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	<title>Fatos Históricos - Ilha Carioca</title>
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	<description>Portal de notícias da Ilha do Governador</description>
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	<title>Fatos Históricos - Ilha Carioca</title>
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		<title>Importante parte da história da Ilha do Governador em risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 16:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está circulando nas redes sociais a imagem de uma placa da Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente, que divulga a autorização do orgão para que ocorra a derrubada de 74 árvores centenárias dentro da área da fazenda construída no século XIX, no Morro do Cabaceiro, na Ilha do Governador . A especulação e de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26936" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2019/03/IMG-20190306-WA0034.jpg" alt="" width="720" height="1280" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2019/03/IMG-20190306-WA0034.jpg 720w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2019/03/IMG-20190306-WA0034-169x300.jpg 169w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2019/03/IMG-20190306-WA0034-576x1024.jpg 576w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p dir="ltr">Está circulando nas redes sociais a imagem de uma placa da Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente, que divulga a autorização do orgão para que ocorra a derrubada de 74 árvores centenárias dentro da área da fazenda construída no século XIX, no Morro do Cabaceiro, na Ilha do Governador .</p>
<p dir="ltr">A especulação e de que a indústria imobiliária conseguiu reverter o pedido de tombamento da fazenda e visam a construção de prédios habitacionais no local . O ex Secretário de Estado e morador da Ilha do Governador, o Engenheiro  Wagner Victer, levou no ano passado ao então Presidente do INEPAC   (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural), Marcus Antonio Monteiro Nogueira a denúncia feita pelo morador da Ilha do Governador e ecologista Roberto Macchiute , feita através do portal Eco-Tur Ilha e pediu com urgência o tombamento da fazenda que logo foi acatada pelo presidente do orgão que deu até depoimentos sobre a abertura do decreto para preservar a área.</p>
<p dir="ltr">O assunto que foi publicado pelo colunista Ancelmo Góis, do jornal O Globo ( dia 16/06/2018 )  , afirmando que O INEPAC já havia notificado todos os órgãos municipais , proibindo o licenciamento para obras no local , voltou à  tona e agora já até cercaram a fazenda para início das obras .</p>
<p dir="ltr">A Ilha do Governador que já  vem sofrendo muito desordens,  agora esta correndo o risco de ver parte importante da sua história ser devastada . A preocupação da população está enorme e os moradores estão marcando um abraço simbólico na fazenda no próximo sábado ( dia 9/3 )  às 10h com concentração em frente a casa do Índio na Rua Pires da Mota 17 &#8211; Ribeira  . O ato a favor da preservação da fazenda é muito importante , pois pelo visto somente com pressão popular e com intervenção junto ao Ministério público irão conseguir reverter esse crime contra a história do Bairro e contra ao meio ambiente.</p>
<p dir="ltr">O Engenheiro Wagner Victer  , confirmou que levou novamente tal situação ao conhecimento do  Ministério Público Estadual  , ao prefeito Crivella e também para os vereadores da Ilha do Governador,  Jimmy Pereira que é o Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal e também para a vereadora Tânia Bastos .</p>
<p dir="ltr">Os moradores da Ilha do Governador são totalmente contrários a essa atrocidade com a história do bairro mais antigo da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>História da Ribeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 22:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Barcas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeira]]></category>
		<category><![CDATA[Shell]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nome do bairro vem da fazenda da Ribeira que existiu no século XIX em estreita faixa de terra dessa área.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nome do bairro vem da fazenda da Ribeira que existiu no século XIX em estreita faixa de terra dessa área da Ilha do Governador. Nesse século, a Ilha funcionou como centro de abastecimento da Cidade, incluindo a pesca, cal, tijolos e telhas. Na Ribeira se estabeleceram portugueses, cultivando o solo com produção de aguardente e de cal. A população e suas atividades foram se expandindo e, na segunda metade do século XIX, a Ribeira já era uma localidade consolidada.</p>
<p>Em 1870, na faixa Ribeira – Zumbi – Pitangueiras, existiam mais de 100 casas e estabelecimentos comerciais. Com o advento do século XX, a urbanização se acelera. Em 1914 ali se instalam duas grandes Companhias de Petróleo, a SHELL e depois a ESSO. Em 1922, a Companhia de Melhoramentos da Ilha do Governador põe em circulação o bonde elétrico, com linha entre a Ribeira e o Cocotá, fazendo a conexão com o transporte marítimo, na ponte de atracação de barcas na Ribeira. O bonde seria extinto em 1964 e muito antes, em 1931, criou-se a primeira linha de ônibus ligando a Ribeira ao Galeão. A “Casa do Índio” merece ser lembrada por nos remeter aos primeiros habitantes da Ilha.</p>
<p>O arruamento e loteamento em torno da rua Paramopama datam de 1934 e representam toda a área atualmente habitada do bairro. No morro do Ouro foi construída, em 1913, a Igreja da Sagrada Família, em terras doadas pelo negociante português Fernando Fonseca. O bairro tem uma grande praça, junto ao terminal de barcas, denominada Iaiá Garcia, e duas praias, a da Ribeira e a da Engenhoca, essa com faixa de areia aumentada, quiosques e mais freqüentada. Na ponte Dr. Luis Paixão ficava o citado terminal de barcas, hoje transferido para o Terminal de Cocotá. No bairro, além das instalações das Companhias Petrolíferas, fica a mais importante feira livre da Ilha, e as quadras esportivas da ACM (Associação Cristã de Moços).</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/historia-da-ribeira/">História da Ribeira</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Construção da Ponte do Galeão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 22:41:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos Antigas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Galeão]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Fundão]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponte do Galeão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atual "Ponte Velha" foi inaugurada contando apenas com a pista de entrada, em regime de mão dupla.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-95" title="Construção da Ponte &quot;Velha&quot; do Galeão" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ponte_velha_galeao_construcao1.jpg" alt="" width="100%" /></p>
<p>A construção de uma ponte ligando a Ilha do Governador ao continente era um projeto prioritário desde o início do século XX. Em 28 de maio de 1935, o Governo Federal através do Decreto 5482, concedia ao engenheiro George Fraz Pawella a autorização para a construção de uma ponte ligando a Ilha ao continente, bem como o privilégio para a a sua exploração. No entanto, por falta de investimentos, o projeto não vingou.</p>
<p>Com o final da II Guerra, a Aeronáutica, ciente da necessidade de uma ligação entre a sua base com o continente, conseguiu convencer ao Governo Federal a construir uma ponte. Esta partiria do Porto de Maria Angú, em Ramos, passando pelas Ilhas do Raimundo e de Santa Rosa, terminando próximo ao Saco de Cantagalo, após a Praia das Flexeiras. No entanto o traçado final acabou sendo aquele que utilizaria duas pontes: uma ligando a Ilha do Fundão ao continente e outra entre a Ilha do Fundão e a Ponta do Galeão.</p>
<p>A atual &#8220;Ponte Velha&#8221; foi inaugurada em 31 de janeiro de 1949, contando na ocasião apenas com a pista de entrada, em regime de mão dupla. O acesso para a pista de saída, através de uma alça que passava junto aos hangares da Panair foi concluído em 1953.</p>
<p><em>Fonte: Jaime Moraes</em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/construcao-da-ponte-do-galeao/">Construção da Ponte do Galeão</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Construção do Aeroporto Internacional do Galeão (Tom Jobim)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 02:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto do Galeão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história do Aeroporto Internacional do Rio começa em 1924 com a instalação da escola de aviação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-85" title="Torre do Aeroporto do Galeão" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/torre_aeroporto1.jpg" alt="" width="250" height="350" />A história do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, como base de antiga aviação naval, começa em 1924 com a instalação da escola de aviação. Fundada em 1916, a Escola de Aviação Naval teve suas primeiras instalações na Ilha das Enxadas, em 1924, posteriormente transferidas para local mais amplo na vizinha Ponta do Galeão.</p>
<p>Ali surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos, além da primeira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9.</p>
<p>Ainda no Galeão, outras indústrias aeronáuticas produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como a Foker holandesa e a Wulf alemã, aviões para aviação civil e militar. Também do Galeão saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.</p>
<p>A partir de 1945, o Galeão passou a ser, oficialmente, Aeroporto Internacional, uma vez que os antigos Hidroaviões da Pan American e da Condor, além de outras companhias, foram pouco a pouco substituídos nas rotas internacionais por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam de pistas em terra para pouso e decolagem. Os antigos “hidros” Sirorskys ou Junkers J-52, entre outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e Constelations da Lockheed.</p>
<p>Houve uma “estação de hidros”, ao lado do Aeroporto Santos Dumont, inaugurada em 1936, projetada pelo célebre arquiteto brasileiro Atílio C. Lima. Foi um dos primeiros prédios conceitualmente modernos construídos no Brasil.</p>
<p>Desde os anos da Segunda Guerra Mundial, o Galeão foi, além de movimentada base aérea da Força Aérea Brasileira, campo de pouso para aviões internacionais. Naquela época o acesso ao aeroporto fazia-se através de lancha, desde a estação de hidros até a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros seguiam até a aeronave em ônibus, pois não existia uma estação de passageiros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-87" title="Construção do Terminal 1 do Aeroporto do Galeão" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/aeroporto_galeao_construcao1.jpg" alt="" width="280" height="210" />A recepção continuou precária até 1950, quando o local para embarque e desembarque transferiu-se para o ouro lado da base, onde hoje funcionam escritórios de companhias cargueiras. Esse terminal, com diversas ampliações ao longo dos anos, foi substituído pelo atual Terminal Número 1, que agregou o que de mais atual havia na época de sua inauguração, em 20 de janeiro de 1977.</p>
<p>Como reflexo do impetuoso crescimento da aviação comercial do Brasil em 1992, com vistas a grande afluência prevista na ECO 92, foram reformadas todas as instalações do Terminal 1. Essa ampliação, que aumentou a capacidade desse terminal para sete milhões de passageiros ao ano, coincidiu com o início das obras do Terminal 2. Esse novo terminal, um dos mais modernos da América Latina, com capacidade de atender oito milhões de passageiros ao ano, foi inaugurado em 20 de julho de 1999, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/construcao-do-aeroporto-internacional-do-galeao-tom-jobim/">Construção do Aeroporto Internacional do Galeão (Tom Jobim)</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>A lenda da Pedra da Onça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 14:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Freguesia]]></category>
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		<category><![CDATA[Praia da Guanabara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estátua, que na verdade simboliza um gato maracajá, é um dos pontos turísticos do bairro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-80" title="Pedra da Onça - Foto enviada por Wladimir Coelho" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pedra_da_onca1.jpg" alt="" width="280" height="210" />Num dos recantos mais bonitos da Ilha do Governador, no final da Praia da Guanabara, estão aglomeradas grandes pedras arredondadas que parecem terem sido ali colocadas cuidadosamente pelo Criador.</p>
<p>Uma dessas pedras, a mais alta delas, serve de pedestal para uma estátua bem singular: a estátua de um gato-do-mato ou maracajá, felino característico da Ilha do Governador no Século XVI, época em que os índios habitavam a localiadae, hoje infelizmente desaparecido da região.</p>
<p>Pela semelhança dessa espécie com a onça, a pedra ficou conhecida como Pedra da Onça e é um dos pontos turísticos do bairro, local de onde se descortina magnífica vista e de onde se pode vislumbrar o Dedo de Deus, pico da cadeia de montanhas que formam a região serrana do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Mas por que foi erigido nessa pedra um monumento a um felino?</p>
<p>Conta a lenda que uma índia da tribo ali localizada ia todos os dias, no fim da tarde, até a praia, com seu gato maracajá que criava desde filhote e lá ficava a mergulhar da pedra durante horas. Um dia, porém, a jovem índia mergulhou e não mais voltou, ficando o gato a esperá-la, olhando para o mar até não mais agüentar e morrer de fome, apesar da tentativa dos índios em retirá-lo do local.</p>
<p>Essa lenda, não confirmada pelos historiadores, inspirou um grupo de moradores, na década de 1920, a erguer o monumento em homenagem à fidelidade do animal. O artista plástico Guttman Bicho projetou e esculpiu o maracajá,. Em 1965 a estátua original, já bem castigada pelo tempo, foi substituída por outra que lá está até hoje.</p>
<p>Verdade ou não, a lenda atravessou os tempos contada pelos moradores do local e a Pedra da Onça é um lugar mágico onde qualquer pessoa sente um impulso irresistível de sentar numa pedra e ficar observando o mar, como quem espera ver a jovem índia emergir das águas e assim acalmar o espírito do fiel gato maracajá que, com certeza, ainda ronda o local esperando sua dona voltar.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/a-lenda-da-pedra-da-onca/">A lenda da Pedra da Onça</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Palacete Santa Cruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 01:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos da Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim Guanabara]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Bica]]></category>
		<category><![CDATA[rua uçá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Palacete ocupava grande parte do quarteirão entre as atuais ruas Uçá, Cambaúba e Engenheiro Rozauro Zambrano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-69" title="Palacete Santa Cruz" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/palacete_santa_cruz_est.jpg" alt="" width="600" /></p>
<p>Não se conhece exatamente toda a história do palacete Santa Cruz. A verdade é que a Fazenda Conceição em 1903, ao ser adquirida pela Companhia Lavoura e Colonização de São Paulo, depois Empresa Cerâmica Santa Cruz já arrolava entre os bens transferidos o palacete.</p>
<p>Construído em tijolo aparente, ocupava grande parte do quarteirão entre as atuais ruas Uçá, Cambaúba e Engenheiro Rozauro Zambrano. No terreno que o circundava e na área interna, existiam várias árvores frutíferas, predominando os jambeiros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-70" title="Palacete Santa Cruz - Vista pela Praça Jerusalém" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/palacete_santa_cruz.jpg" alt="" width="240" height="170" />Ocupada nos anos 20, até meados dos anos 50 pelos escritórios da Companhia Imobiliária Santa Cruz, teve preservado todo o seu aspecto, embora no mesmo prédio algumas dependências tivessem sido ocupadas em épocas diferentes pelo Colégio Santa Cruz, pela Delegacia de Polícia e até mesmo por uma cooperativa que distribuía o leite aos moradores.</p>
<p>No final da década de 50, em tempo record, o palacete foi totalmente demolido. Poucos meses depois surgia no local mais um edifício de apartamentos.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/palacete-santa-cruz/">Palacete Santa Cruz</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>História da Ilha do Governador</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/historia-da-ilha-do-governador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
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		<category><![CDATA[paranapuã]]></category>
		<category><![CDATA[Tamoios]]></category>
		<category><![CDATA[Temiminós]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descoberta em 1502 por navegadores portugueses, os Temiminós foram os seus primeiros habitantes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Descoberta em 1502 por navegadores portugueses, os Temiminós foram os seus primeiros habitantes. Chamavam-na de Ilha de Paranapuã, sendo também chamada de Ilha dos Maracajás (espécie de grandes felinos, então abundantes na região), pelos Tamoios, inimigos dos Temiminó.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-63" title="Estrada do Galeão em 1954" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/estrada_galeao_1954.jpg" alt="" /></p>
<p>Terra natal de Araribóia, foi abandonada pelos Temiminós em conseqüência dos ataques de inimigos Tamoios e traficantes franceses de pau-brasil, os quais foram definitivamente expulsos em 1567, pelos portugueses. O atual nome, Ilha do Governador, surgiu somente a partir do dia 5 de setembro de 1567, quando o Governador Geral do então Estado do Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho, Salvador Correia de Sá (o Velho), Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572), mais da metade do seu território. Correia de Sá, futuro governador da capitania, transformou-se em um latifúndio produtor de cana-de-açúcar, onde um engenho produzia açúcar, exportado para a Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.</p>
<p>No século XIX, o Príncipe-Regente D. João utilizou o seu espaço como coutada para a caça. Segundo a tradição, conta-se que a Praia da Bica recebeu este nome por uma fonte que costumava servir de banho ao jovem príncipe D. Pedro, mais tarde D. Pedro I (1822-1831). O desenvolvimento da Ilha do Governador, entretanto, só ocorreu a partir da ligação regular da ilha com o continente, efetuada por barcas a vapor com atracadouro na Freguesia desde 1838. Mais tarde, outros atracadouros foram construídos no Galeão e na Ribeira, integrando a área à economia do café e à atividade industrial (produção de cerâmica).</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-66" title="O Bonde atravessando o Cocotá em 1963" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/bonde_cocota.jpg" alt="" />No início do século XX, os bondes chegaram à Ilha, efetuando a ligação interna de Cocotá à Ribeira (1922), percurso estendido posteriormente até ao Bananal e a outros pontos. Também é neste século que se instalam as unidades militares: a Base Aérea do Galeão, os quartéis dos Fuzileiros Navais e a Estação de Rádio da Marinha, época em que o bairro se constituía num balneário para a classe média da cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 23 de julho de 1981, através do Decreto nº 3.157, do então prefeito Júlio Coutinho, ao tempo do Governador Chagas Freitas, o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e transformado nos seus atuais quatorze bairros oficiais.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/historia-da-ilha-do-governador/">História da Ilha do Governador</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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