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	<title>Racismo - Ilha Carioca</title>
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	<description>Portal de notícias da Ilha do Governador</description>
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	<title>Racismo - Ilha Carioca</title>
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	<item>
		<title>Morre Zélia Amador de Deus, referência da luta antirracista no Pará&#124; Agência Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 15:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora foi uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa)</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/morre-zelia-amador-de-deus-referencia-da-luta-antirracista-no-para-agencia-brasil/">Morre Zélia Amador de Deus, referência da luta antirracista no Pará| Agência Brasil</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A professora emérita Zélia Amador de Deus, de 74 anos, da Universidade Federal do Pará (UFPA), morreu, nesta terça-feira (8), em Belém (PA).</strong></p>
<figure id="attachment_66667" aria-describedby="caption-attachment-66667" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-66667" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Morre-Zelia-Amador-de-Deus-referencia-da-luta-antirracista-no-1024x512.jpg" alt="Morre Zélia Amador de Deus, referência da luta antirracista no Pará| Agência Brasil" width="1024" height="512" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Morre-Zelia-Amador-de-Deus-referencia-da-luta-antirracista-no-1024x512.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Morre-Zelia-Amador-de-Deus-referencia-da-luta-antirracista-no-300x150.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Morre-Zelia-Amador-de-Deus-referencia-da-luta-antirracista-no-768x384.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Morre-Zelia-Amador-de-Deus-referencia-da-luta-antirracista-no-1536x768.jpg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Morre-Zelia-Amador-de-Deus-referencia-da-luta-antirracista-no.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-66667" class="wp-caption-text">© Heloísa Torres/UFPA</figcaption></figure>
<div>
<p>A pesquisadora em ciências sociais e ativista foi uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa) e atuou na defesa dos direitos das comunidades quilombolas.</p>
<p>No último dia 18 de agosto, ela foi homenageada na universidade com o plantio de um baobá. Segundo divulgou a universidade na ocasião, a professora foi fundamental para a construção de uma instituição mais plural, inclusiva e comprometida com a igualdade racial. Ela é reconhecida como uma das principais referências do movimento negro na Amazônia.</p>
<p>No evento, a professora estava emocionada. “Esse baobá representa muito para mim, porque fala de ancestralidade, de memória e daqueles que vieram antes de nós”, afirmou. A escolha do baobá tem relação com a importância simbólica da árvore para diferentes povos africanos.</p>
<h2>Ampliação de acessos</h2>
<p>Zélia Amador de Deus atuou contra o racismo e defendeu a ampliação do acesso e da permanência de grupos historicamente excluídos do ensino superior.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Zélia é uma referência, um símbolo, uma entidade. Mas nunca deixou de cultivar as relações humanas, a amizade e o cuidado com as pessoas”, disse, no evento, o reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva.</p></blockquote>
<p><strong>A pesquisadora foi vice-reitora entre 1993 e 1997 e recebeu, em 2019, o título de professora emérita de Antropologia e Ciências Sociais, entre outros saberes ancestrais e acadêmicos.</strong></p>
<h2>&#8220;Norteou o olhar&#8221;</h2>
<p>Ao receber a notícia da morte de Zélia, a historiadora Janira Sodré, fundadora do Instituto Pretas e secretária executiva da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), disse que a professora foi “insurgente” e que “nos ensinou a nortear o olhar sobre o país” ao colocar protagonismo às mulheres da Amazônia Negra.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Será sempre bem lembrada por sua tenacidade e alegria&#8221;, afirmou a historiadora.</p></blockquote>
<p>O professor Jonas Pinheiro, pesquisador da área de educação, também destacou o legado da professora. Ele acrescenta que ela foi decisiva na luta pelas cotas raciais, pelo processo seletivo especial quilombola e por uma respeito aos saberes tradicionais.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>&#8220;Zélia Amador de Deus abriu caminhos para que nós, quilombolas, negros, indígenas e povos tradicionais, pudéssemos ocupar e permanecer na UFPA”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A cantora e compositora Gaby Amarantos também se pronunciou sobre a perda da cientista. “Obrigada por tudo professora, seus ensinamentos ficam conosco pra sempre!”, destacou.</p>
<h2>Nasceu no Marajó</h2>
<p>A história da luta de Zélia foi de luta. Ela foi filha de mãe solteira, de 15 anos de idade, e nasceu em uma fazenda de gado de Soure, na Ilha do Marajó, em 1951.</p>
<p>A família se mudou para periferia de Belém. A mãe trabalhava como empregada doméstica. O avô, vaqueiro no Marajó, tornou-se operário da construção civil. A avó lavava roupa para fora.</p>
<p>“A menina Zélia estudou em escolas públicas e sofreu racismo por causa da cor da pele e do cabelo crespo”, destacou a UFPA quando agraciou Zélia com o título de professora emérita.</p>
<p>Zélia dizia que aprendeu com a avó não baixar a cabeça e impor sua presença em qualquer lugar que estivesse.</p>
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</div>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/morre-zelia-amador-de-deus-referencia-na-luta-contra-o-racismo-na-amazonia"> Agência Brasil </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/morre-zelia-amador-de-deus-referencia-da-luta-antirracista-no-para-agencia-brasil/">Morre Zélia Amador de Deus, referência da luta antirracista no Pará| Agência Brasil</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Racismo foi reduzido a chamar alguém de macaco”, critica escritora</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 03:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carla Akotirene abriu o Congresso de Pesquisadores Negros na UnB</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora/">“Racismo foi reduzido a chamar alguém de macaco”, critica escritora</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_58650" aria-describedby="caption-attachment-58650" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-58650" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-58650" class="wp-caption-text">Luiz Cláudio/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A escritora e pesquisadora baiana Carla Akotirene criticou, na noite de terça (28), olhares simplificados a respeito do racismo na sociedade brasileira</p>
<div>
<p>“A discussão do racismo foi reduzida a chamar alguém de macaco”, lamentou.</p>
<p>Ela, que entende que essa violência é praticada de forma estrutural e institucional, fez a palestra de abertura do 14º Congresso Brasileiro de Pesquisadores (as) Negros (as) (Copene), que neste ano ocorre na Universidade de Brasília (UnB). Entre os focos principais da pesquisa de Carla, estão as intersecções de racismo e sexismo.</p>
<h2>&#8220;Não é filmado&#8221;</h2>
<p>Para ela, a militância deve ir além de flagrantes filmados de xingamentos. Carla Akotirene cita que em outros ambientes, como unidades de saúde e em penitenciárias, as ações de racismo e sexismo ocorrem diariamente e não há registro.</p>
<p>“Não é filmado porque na cadeia não entra celular. A prisão é o próprio racismo”, cita a pesquisadora, que fez pesquisa etnográfica em uma penitenciária feminina na Bahia.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Quanto pior é a cadeia, maior é a função racista no tempo”.</p></blockquote>
<p>Ela defende que os pesquisadores conheçam mais sobre a lei de execução penal no Brasil.  “A gente não conhece as regras aplicadas no tratamento de presos. A gente não sabe como funciona a violência contra a mulher dentro da cadeia”.</p>
<p>A escritora cita que o poder público mantém uma estrutura de violência para pessoas em privação de liberdade.</p>
<h2>Escravizadas</h2>
<p>“Uma mulher vítima de violência não pode gritar. Ela já está no braço do agressor, que é o Estado. As mulheres negras nunca deixaram de ser subalternizadas, escravizadas ou tomadas pelo patriarcado”, contextualizou.</p>
<p>O 14º Copene tem, segundo os organizadores, o objetivo de debater projetos de pesquisa, ensino e extensão desenvolvidos acerca de estudos das relações étnico-raciais no Brasil. O evento tem programação até sexta (31).</p>
<p>Clique aqui e confira a programação completa</p>
<p>As temáticas abordam a realidade social brasileira e também tratam da valorização de experiências comunitárias, acadêmicas e políticas que fortalecem a luta antirracista em diferentes territórios.</p>
<h2>Luta</h2>
<p>A escritora Carla Akotirene, por exemplo, conta que foi a primeira pessoa da família a ingressar no ensino superior.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“A gente está aqui porque o movimento negro brasileiro reconfigurou as universidades públicas desse país. Quantas pessoas morreram para que a gente pudesse estar aqui?”</p></blockquote>
<p>Ao refletir sobre o processo racista no sistema judicial, ela afirmou que, do policial ao magistrado, há tentativas de criminalizar mais os indivíduos pardos e pretos.</p>
<p>“A polícia chega em nossa comunidade e pede para ver quem vai assumir a droga. O nosso povo é submetido à tortura, principalmente à noite”</p>
<p>Além disso, ela diz que os processos de prisão em flagrante também são feitos de forma propositalmente açodada e criminalizando mais as pessoas pretas.</p>
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</div>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/racismo-foi-reduzido-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora"> Agência Brasil </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/racismo-foi-reduzido-a-chamar-alguem-de-macaco-critica-escritora/">“Racismo foi reduzido a chamar alguém de macaco”, critica escritora</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Luta contra o racismo marca a 12ª Marcha das Mulheres Negras no Rio</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-marcha-das-mulheres-negras-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 00:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro será realizado no próximo dia 26 em Copacabana</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-marcha-das-mulheres-negras-no-rio/">Luta contra o racismo marca a 12ª Marcha das Mulheres Negras no Rio</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_56297" aria-describedby="caption-attachment-56297" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-56297" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-Marcha-das-Mulheres-1024x512.jpg" alt="Luta contra o racismo marca a 12ª Marcha das Mulheres Negras no Rio" width="1024" height="512" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-Marcha-das-Mulheres-1024x512.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-Marcha-das-Mulheres-300x150.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-Marcha-das-Mulheres-768x384.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-Marcha-das-Mulheres-1536x768.jpg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-Marcha-das-Mulheres.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-56297" class="wp-caption-text">© Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>A luta contra o racismo, pela democracia e pela reparação histórica volta a ocupar a orla de Copacabana na 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro, marcada para o próximo 26 de julho, com concentração a partir das 10h, no posto 2, em Copacabana. </strong>Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e bem viver&#8221;, a mobilização integra a programação do Julho das Pretas e reúne mulheres negras de diferentes municípios fluminenses em um dos maiores atos políticos do movimento negro no estado.</p>
<div>
<p><strong>Antes da caminhada, a organização promove, no próximo domingo (19), a tradicional Oficina de Pirulitos, no Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN), no Centro do Rio.</strong> O encontro é dedicado à confecção dos cartazes que serão levados durante a marcha, mas também funciona como um espaço de formação política, integração e fortalecimento das participantes. A programação inclui ainda um churrasco colaborativo, construído de forma coletiva pelas próprias mulheres.</p>
<p>Segundo a  coordenadora da 12ª Marcha das Mulheres Negras-RJ, Clatia Vieira, a oficina simboliza a forma como todo o movimento é organizado.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>&#8220;A construção dos pirulitos também é um ato político. É nesse momento que as mulheres se encontram, debatem as pautas da marcha e fortalecem essa rede de solidariedade. Quem pode leva sua contribuição para o churrasco, quem não pode participa da mesma forma. A gente pensa para que nenhuma mulher fique de fora.&#8221;</p></blockquote>
<p>Embora esteja em sua 12ª edição, a história da Marcha das Mulheres Negras começou a ser construída ainda em 2011, quando organizações de mulheres negras de todo o país lançaram a proposta de realizar uma grande marcha nacional.<strong> Depois de quatro anos de articulação, a iniciativa ganhou as ruas de Brasília, em 2015, reunindo cerca de 100 mil mulheres.</strong></p>
<p>No mesmo ano, o Rio de Janeiro realizou sua primeira marcha estadual, que passou a acontecer anualmente como parte da mobilização permanente do Fórum Estadual de Mulheres Negras. Desde então, o movimento não parou de crescer. Mesmo durante a pandemia de covid-19, quando duas edições ocorreram de forma virtual, a articulação foi mantida.</p>
<p>&#8220;Estamos na 12ª marcha. Tivemos duas edições <em>online</em> por causa da pandemia, mas estamos há dez anos ocupando as ruas desde 2015. A marcha nunca deixou de existir porque o racismo também nunca deixou de existir&#8221;, afirma Clatia Vieira.</p>
<p>A coordenadora lembra que, no ano passado, além da organização da marcha estadual, o movimento também participou da construção da 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, realizada em Brasília, ampliando ainda mais a articulação entre os estados. Ao longo dos últimos anos, a marcha consolidou uma ampla rede de mobilização em todo o território fluminense.</p>
<p>Segundo Rose Cipriano, integrante da coordenação, mulheres de dezenas de municípios organizam caravanas para participar da caminhada.</p>
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<p><!-- scald=469277:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --></p>
</div>
</div>
<blockquote class="quote-light"><p>&#8220;Nós estamos mobilizando mulheres de São Francisco de Itabapoana, Cantagalo, Niterói, Baixada Fluminense e de diversas regiões do estado. A expectativa é reunir entre 10 e 15 mil mulheres em Copacabana.&#8221;</p></blockquote>
<p>Mais do que participar de um ato público, a proposta é que essas mulheres retornem aos seus municípios fortalecidas para criar <em>fóruns</em> locais, ampliar o diálogo sobre racismo e pressionar o poder público por políticas voltadas à população negra.</p>
<p>A escolha de Copacabana para sediar a marcha também carrega um significado político. Rose Cipriano explica que o bairro representa um espaço historicamente marcado por desigualdades raciais e sociais.</p>
<p>&#8220;Muitas mulheres negras trabalham em Copacabana como empregadas domésticas e assistem à marcha das janelas dos prédios onde trabalham. Marchar ali é disputar esse território e mostrar que ele também pertence à população negra.&#8221;</p>
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<p><!-- scald=469280:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --></p>
</div>
<h6 class="meta"><span style="font-weight: 400;">Clatia Vieira reforça que ocupar a Zona Sul é uma forma de denunciar o racismo estrutural presente na organização da cidade: &#8220;É nessa Copacabana opressora que a gente precisa dizer o que acontece com as mulheres negras. É um território de disputa e de denúncia.&#8221;</span></h6>
</div>
<h2>Marcha é um ato contra o racismo</h2>
<p>Ao longo de sua trajetória, a Marcha das Mulheres Negras tornou-se um dos principais espaços de articulação política do movimento negro feminino no estado. Para Clatia Vieira, a mobilização nasceu para enfrentar o racismo estrutural e denunciar as desigualdades vividas diariamente pelas mulheres negras.</p>
<p>&#8220;A Marcha é, antes de tudo, um ato político de denúncia ao racismo. A gente denuncia como as mulheres negras vivem, como são submetidas às desigualdades e como o racismo estrutural coloca essas mulheres em situação de ausência de políticas públicas. Quando falamos de reparação, estamos falando de dividir poder, garantir que as mulheres negras ocupem os espaços de decisão e sejam ouvidas&#8221;.</p>
<p>E ainda &#8220;também estamos falando da defesa da democracia, do enfrentamento ao racismo, do fim da escala 6&#215;1, da defesa da PEC da Reparação, da luta contra a redução da maioridade penal, do direito à saúde, à educação, ao trabalho digno e à vida. São pautas construídas pelas próprias mulheres negras e que expressam a realidade de quem sente diariamente os efeitos do racismo.&#8221;</p>
<p>Ela destaca que a marcha também se diferencia por ser construída horizontalmente. <strong>&#8220;A Marcha das Mulheres Negras não tem dona. Ela é pensada por mulheres negras, para mulheres negras e com mulheres negras. Todas têm direito à fala. Quando chegamos à marcha, ninguém vai apenas bater palma. Cada mulher leva sua voz, sua experiência e sua luta.&#8221;</strong></p>
<p>Embora seja um ato político, a marcha também incorpora manifestações culturais que fazem parte da história da população negra. Durante a concentração e ao longo do percurso, haverá apresentações de jongo &#8211; também chamado de caxambu &#8211; dança e ritmo afro-brasileiro, samba, feira de artesãs, atividades para crianças e manifestações ligadas às religiões de matriz africana.</p>
<p>Segundo Clatia , esses elementos representam a ancestralidade que sustenta o movimento. <strong>&#8220;Ato de gente preta é ato de aquilombamento. Tem jongo, tem samba, tem ancestralidade, tem cultura. A nossa história vem da África e essa memória faz parte da nossa resistência.&#8221;</strong></p>
<p>A coordenadora também chama atenção para a importância da imprensa na divulgação das pautas do movimento. Para ela, ampliar a visibilidade da marcha significa enfrentar a invisibilidade histórica das mulheres negras.</p>
<p>&#8220;É muito importante contar com os meios de comunicação. A gente liga a televisão e quase nunca vê as nossas histórias ou as nossas pautas. A marcha não é apenas um encontro. Ela denuncia o racismo, fortalece a organização das mulheres negras e mostra que seguimos lutando por respeito, igualdade e pelo direito de viver com dignidade.&#8221;</p>
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<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/luta-contra-o-racismo-marca-12a-marcha-das-mulheres-negras-no-rio"> Agência Brasil </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/luta-contra-o-racismo-marca-a-12a-marcha-das-mulheres-negras-no-rio/">Luta contra o racismo marca a 12ª Marcha das Mulheres Negras no Rio</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda o que é blackwashing e como o “antirracismo de aparência” atua</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-aparencia-atua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 00:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas utilizam esse conceito para impulsionar a própria marca e lucrar com vendas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_55444" aria-describedby="caption-attachment-55444" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-55444" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-1024x512.jpg" alt="Entenda o que é blackwashing e como o “antirracismo de aparência” atua" width="1024" height="512" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-1024x512.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-300x150.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-768x384.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-1536x768.jpg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-55444" class="wp-caption-text">© Imagem Joédson Alves/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>Explicar o que é <em>blackwashing</em> e como empresas utilizam esse conceito para impulsionar a própria marca e lucrar com vendas. Essa é a proposta de um estudo elaborado por pesquisadores da organização não governamental (ONG) ACT Promoção da Saúde.</strong></p>
<div>
<p>O título da produção lança uma reflexão “as corporações são, de fato, engajadas na pauta racial?”</p>
<p>O levantamento de 133 páginas, lançado no fim de junho, está disponível na página da ONG e traz lista práticas de comunicação e <em>marketing</em> utilizadas por empresas que se “vestem” de aparência antirracista.</p>
<h2>O que é blackwashing</h2>
<p>Em tradução livre, <em>blackwashing</em> seria algo como lavagem racial, no sentido de maquiar, levando a ideia de maquiagem de diversidade racial. É um termo análogo aos <em>greenwashing</em> e <em>pinkwashing</em>. <strong>O primeiro seria uma maquiagem verde ou ambiental; o segundo, maquiagem da pauta LGBTQIA+.</strong></p>
<blockquote class="quote-light"><p>Os autores do estudo definem o conceito <em>blackwashing</em> como “tática corporativa que instrumentaliza a causa antirracista para disfarçar a busca implacável por lucro”.</p></blockquote>
<p>Essa prática recebe a crítica de se tratar de uma demonstração de engajamento de pautas de justiça racial, mas que “não enfrentam a questão das iniquidades raciais” de maneira estrutural.</p>
<p>Os pesquisadores mapearam oito variedades de <em>blackwashing:</em></p>
<ol>
<li><strong>Divulgação seletiva</strong> &#8211; comunicação corporativa enfatiza apenas as áreas nas quais estão buscando uma melhora na performance sobre as questões raciais e não divulga áreas nas quais eles não melhoraram ou até pioraram. Essa estratégia pode ser vista como um “antirracismo de aparência.</li>
<li><strong>Políticas e reivindicações vazias</strong> &#8211; implementação de políticas vendidas como uma transformação radical nas relações raciais, quando na verdade há pouco poder para a implementação ou as políticas têm baixo potencial de mudança no <em>status quo</em>.</li>
<li><strong>Certificações duvidosas</strong> &#8211; utilização de certificações conferidas por terceiros para promover um produto e/ou uma empresa como benéfico para pessoas negras.</li>
<li><strong>Apoio e parceria com ONGs cooptadas &#8211;</strong> associação com organizações que atuam na pauta racial para conferir credibilidade aos esforços corporativos na busca pela equidade racial.</li>
<li><strong>Programas voluntários sem eficiência</strong> &#8211; criação e comprometimento com programas e códigos voluntários para promover a equidade racial nos locais de trabalho, com mecanismos de aplicação fracos.</li>
<li><strong>Narrativas e discursos enganosos</strong> &#8211; campanhas de <em>marketing</em> com a finalidade de posicionar a corporação como referência antirracista, independentemente do seu histórico nesta área.</li>
<li><strong>Marcas enganosas</strong> &#8211; uso de logos, influenciadores e vozes estratégicas para implicar que a marca é antirracista.</li>
<li><strong>Acessar e influenciar a formulação de políticas &#8211;</strong> acesso e influência em espaços de tomada de decisão sobre políticas de equidade racial, saúde e direitos da população negra.</li>
</ol>
<h2>Sem representatividade no topo</h2>
<p>Ao apontar que algumas empresas têm representatividade racial como fachada, o estudo traz dados de um levantamento do Instituto Ethos com as 1,1 mil maiores empresas do país.</p>
<p>A publicação destaca baixa representatividade de pessoas negras, sobretudo mulheres, em posições de liderança.</p>
<p><strong>Enquanto 55,5% da população se identifica como preta ou parda, esse grupo, compõem menos de 6% dos conselhos das empresas e menos de 14% dos cargos executivos e de diretoria.</strong></p>
<p>O relatório afirma ainda que muitas organizações divulgam iniciativas de diversidade, mas não apresentam informações transparentes sobre a composição racial de seus quadros de liderança.</p>
<p>Os autores do estudo apontam que o <em>blackwashing</em> “não é um desvio de percurso, mas uma peça de engrenagem que mantém a desigualdade racial funcional à acumulação”.</p>
<p>Para os pesquisadores, enfrentar a prática exige mais que denúncias pontuais ou apelos éticos.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Requer a construção de respostas capazes de incidir sobre a arquitetura que o torna possível”, afirmam.</p></blockquote>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/entenda-o-que-e-blackwashing-e-como-o-antirracismo-de-aparencia-atua"> Agência Brasil</a></i></b></p>
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		<title>Torcedor argentino é filmado fazendo gesto racista contra IShowSpeed</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/torcedor-argentino-e-filmado-fazendo-gesto-racista-contra-ishowspeed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ato de racismo praticado por um torcedor argentino ocorreu após a classificação da Argentina</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-53933" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Torcedor-argentino-e-filmado-fazendo-gesto-racista-contra-IShowSpeed.jpg" alt="" width="800" height="532" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Torcedor-argentino-e-filmado-fazendo-gesto-racista-contra-IShowSpeed.jpg 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Torcedor-argentino-e-filmado-fazendo-gesto-racista-contra-IShowSpeed-300x200.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Torcedor-argentino-e-filmado-fazendo-gesto-racista-contra-IShowSpeed-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />O influenciador americano IShowSpeed, conhecido como Speed, voltou a ser alvo de um ato de racismo praticado por um torcedor argentino após a classificação da Argentina para as quartas de final da <strong><a href="https://ilhacarioca.com/tag/copa-do-mundo">Copa do Mundo</a></strong>. <strong>O homem foi filmado fazendo gestos imitando um macaco em direção ao streamer</strong> enquanto ele acompanhava a comemoração dos torcedores após a partida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este é o segundo episódio envolvendo Speed durante o Mundial. Na fase anterior da competição, durante o confronto entre Argentina e Cabo Verde, o influenciador, que vestia a camisa da seleção cabo-verdiana, também foi hostilizado por torcedores argentinos em um estádio de Miami. As imagens repercutiram nas redes sociais.</p>
<p>Após o primeiro caso, a <strong>FIFA abriu uma investigação e reforçou, em nota, que condena qualquer forma de racismo e discriminação</strong>, destacando que esse tipo de comportamento não tem lugar no futebol, na Copa do Mundo ou na sociedade.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/torcedor-argentino-e-filmado-fazendo-gesto-racista-contra-ishowspeed/">Torcedor argentino é filmado fazendo gesto racista contra IShowSpeed</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Goleiro da Portuguesa-RJ sofre ofensas racistas e traumatismo craniano em jogo da Série D</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/goleiro-da-portuguesa-rj-sofre-ofensas-racistas-e-traumatismo-craniano-em-jogo-da-serie-d/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 13:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguesa Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clube carioca cobra providências após o goleiro denunciar ofensas racistas e sofrer uma lesão na cabeça</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-53117" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Goleiro-da-Portuguesa-RJ-sofre-ofensas-racistas-e-traumatismo-craniano-em-jogo-da-Serie-D.jpg" alt="" width="800" height="617" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Goleiro-da-Portuguesa-RJ-sofre-ofensas-racistas-e-traumatismo-craniano-em-jogo-da-Serie-D.jpg 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Goleiro-da-Portuguesa-RJ-sofre-ofensas-racistas-e-traumatismo-craniano-em-jogo-da-Serie-D-300x231.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/07/Goleiro-da-Portuguesa-RJ-sofre-ofensas-racistas-e-traumatismo-craniano-em-jogo-da-Serie-D-768x592.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />A <strong><a href="https://ilhacarioca.com/tag/portuguesa-rio">Portuguesa-RJ</a></strong> denunciou, por meio das redes sociais, casos de racismo e violência contra o goleiro Bruno Rodrigues durante a derrota por 1 a 0 para o São José-RS, pela terceira fase da Série D do Campeonato Brasileiro.</p>
<p>No início do segundo tempo, o árbitro interrompeu a partida e acionou o protocolo contra o racismo após o goleiro relatar ofensas raciais vindas da torcida adversária. Como o responsável não foi identificado, o jogo foi retomado poucos minutos depois.</p>
<p>Nos acréscimos, Bruno Rodrigues sofreu um empurrão do atacante Igor Cássio, caiu e bateu a cabeça na estrutura do estádio. O protocolo de concussão foi aplicado, e o atleta foi levado de ambulância a um hospital. Após exames, foi diagnosticado com traumatismo craniano, mas recebeu alta e retornou ao Rio de Janeiro com a equipe, apresentando bom estado de saúde.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DaY5WRmpIx3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
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</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
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</div>
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<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DaY5WRmpIx3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Portuguesa-RJ (@portuguesarioofc)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/goleiro-da-portuguesa-rj-sofre-ofensas-racistas-e-traumatismo-craniano-em-jogo-da-serie-d/">Goleiro da Portuguesa-RJ sofre ofensas racistas e traumatismo craniano em jogo da Série D</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Anitta reage após condenação de Rodrigo Branco por racismo</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/anitta-reage-apos-condenacao-de-rodrigo-branco-por-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal SRZD]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Anitta]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ilhacarioca.com/?p=51321</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cantora deixou de seguir o empresário no Instagram e explicou sua relação com ele</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/anitta-reage-apos-condenacao-de-rodrigo-branco-por-racismo/">Anitta reage após condenação de Rodrigo Branco por racismo</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-51322" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Anitta-reage-apos-condenacao-de-Rodrigo-Branco-por-racismo.jpg" alt="Anitta reage após condenação de Rodrigo Branco por racismo" width="888" height="603" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Anitta-reage-apos-condenacao-de-Rodrigo-Branco-por-racismo.jpg 888w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Anitta-reage-apos-condenacao-de-Rodrigo-Branco-por-racismo-300x204.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Anitta-reage-apos-condenacao-de-Rodrigo-Branco-por-racismo-768x522.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Anitta-reage-apos-condenacao-de-Rodrigo-Branco-por-racismo-220x150.jpg 220w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quebrou o silêncio.</strong> Anitta se manifestou sobre a condenação do empresário por racismo contra a campeã do BBB 20, Thelma Assis.</p>
<p style="text-align: justify;">A cantora deixou de seguir o empresário no Instagram e explicou sua relação com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os juízes da internet estão juízes deste caso só hoje ou estão há anos? Porque se estiverem neste cargo há 6 anos, vão saber que passei anos sem falar com ele e sem seguir. Demorou muito pra eu acreditar que poderíamos voltar a falar. E isso não muda minha opinião totalmente contra ele neste assunto”, iniciou ela em texto compartilhado na sua página na rede social X.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mas se ainda existe QUALQUER dúvida das pessoas em relação à minha posição no tema RACISMO, que seja preciso parar de seguir para reafirmar o que sempre deixei claro no meu trabalho, postar o que penso sobre o assunto”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu não tenho problema NENHUM de fazê-lo nas minha redes, como pessoa pública entendo a necessidade e importância. Pq na vida real eu já fiz e faço INCONTÁVEIS vezes, e seguirei assim, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos stories do Instagram, Anitta fez a seguinte publicação: “Racismo é CRIME. Quem comete é RACISTA, e deve lidar com as consequências de seus atos assim como Rodrigo Branco e tantas outras pessoas famosas, influentes e anônimas que cometeram ou cometem esse crime. Tem lei, pena e justiça. Ponto final. Não tem discussão”, escreveu a cantora nos Stories.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nunca passei nem passarei pano para um amigo que comete um crime. Não tem opinião de X ou Y. As relações pessoais e de amizade entre mim e qualquer pessoa JAMAIS vão se sobressair a um ato tão vergonhoso, nojento e criminoso”, postou.</p>
<h4 id="veja-a-publicacao" style="text-align: justify;">+ veja a publicação:</h4>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p dir="ltr" lang="pt">Os juízes da internet estão juízes deste caso só hoje ou estão há anos? Pq se estiverem neste cargo há 6 anos, vão saber que passei ANOS sem falar com ele e sem seguir. Demorou muito pra eu acreditar que poderíamos voltar a falar. E isso não muda minha opinião totalmente contra…</p>
<p>— Anitta (@Anitta) June 25, 2026</p></blockquote>
<h4 id="relembre-o-caso" style="text-align: justify;">+ relembre o caso</h4>
<p style="text-align: justify;">O episódio que motivou a condenação ocorreu durante uma transmissão ao vivo realizada em 2020, quando Rodrigo Branco, em live com Ju de Paulla, comentou a participação da médica Thelma Assis no Big Brother Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, ele afirmou que a torcida pela campeã do reality da Globo existia “porque ela é negra” e chegou a declarar que “torcer para Thelma é racismo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigo também citou a jornalista Maju Coutinho, a quem definiu como “péssima e horrível”, para argumentar que mulheres negras alcançariam espaços de destaque apenas por serem negras.</p>
<p style="text-align: justify;"><b><i>Fonte:<a href="https://srzd.com/blog/entretenimento/famosos/anitta-reage-apos-condenacao-rodirgo-branco-por-racismo/"> Portal SRZD </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/anitta-reage-apos-condenacao-de-rodrigo-branco-por-racismo/">Anitta reage após condenação de Rodrigo Branco por racismo</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Condenado por racismo contra Thelma Assis recebe apoio de famosos</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/condenado-por-racismo-contra-thelma-assis-recebe-apoio-de-famosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal SRZD]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 21:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ilhacarioca.com/?p=50900</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na gravação, ele afirmou que optou em não recorrer da decisão e que pagou R$ 76.061,07</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/condenado-por-racismo-contra-thelma-assis-recebe-apoio-de-famosos/">Condenado por racismo contra Thelma Assis recebe apoio de famosos</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_50901" aria-describedby="caption-attachment-50901" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-50901" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Condenado-por-racismo-contra-Thelma-Assis-recebe-apoio-de-famosos.jpg" alt="" width="800" height="466" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Condenado-por-racismo-contra-Thelma-Assis-recebe-apoio-de-famosos.jpg 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Condenado-por-racismo-contra-Thelma-Assis-recebe-apoio-de-famosos-300x175.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Condenado-por-racismo-contra-Thelma-Assis-recebe-apoio-de-famosos-768x447.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-50901" class="wp-caption-text">Rodrigo Branco e Thelma Assis. Foto: Reprodução de vídeo/Instagram</figcaption></figure>
<p><strong>Aprendizado e reflexão.</strong> Rodrigo Branco voltou a se manifestar sobre o caso de <strong><a href="https://ilhacarioca.com/tag/racismo">racismo</a></strong> pelo qual foi condenado e publicou um novo pedido de desculpas em vídeo.</p>
<p>Na gravação, ele afirmou que optou em não recorrer da decisão e que pagou R$ 76.061,07, valor determinado pela Justiça.</p>
<p>“Há seis anos, cometi o maior erro da minha vida. Foram seis anos de aprendizado e reflexão”, disse ele. “Quero que esse episódio sirva para fortalecer a luta contra o racismo. Vamos assumir os nossos erros, assim como eu assumo o compromisso de continuar aprendendo todos os dias. Quero pedir desculpas à Thelminha, à Maju Coutinho, à Jude Paulla e a todos os que foram atingidos por esse vídeo. Eu não posso mudar o que aconteceu, mas posso escolher ser diferente”, iniciou.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Eu quero, primeiro de tudo, que esse episódio sirva de exemplo na luta contra o racismo”, declarou.</p></blockquote>
<p>“Entendo que assumir a responsabilidade é parte do aprendizado”, acrescentou o profissional conhecido por receber celebridades nos Estados Unidos, auxiliando na locação de casas em Orlando e em passeios aos parques da Disney.</p>
<p>A publicação feita pelo empresário no Instagram recebeu mensagens de apoio de artistas famosos como Xuxa, Deborah Secco, Astrid Fontenelle, Gominho, Juno Andrade, Luciana Gimenez, Simone Mendes e Lívia Andrade.</p>
<h3>+ relembre o caso</h3>
<p>O episódio que motivou a condenação ocorreu durante uma transmissão ao vivo realizada em 2020, quando Rodrigo Branco, em live com Ju de Paulla, comentou a participação da médica Thelma Assis no Big Brother Brasil.</p>
<p>Na ocasião, ele afirmou que a torcida pela campeã do reality da Globo existia “porque ela é negra” e chegou a declarar que “torcer para Thelma é racismo”.</p>
<p>Rodrigo também citou a jornalista Maju Coutinho, a quem definiu como “péssima e horrível”, para argumentar que mulheres negras alcançariam espaços de destaque apenas por serem negras.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://srzd.com/blog/entretenimento/famosos/condenado-por-racismo-contra-thelma-assis-recebe-apoio-de-famosos/">Portal SRZD</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/condenado-por-racismo-contra-thelma-assis-recebe-apoio-de-famosos/">Condenado por racismo contra Thelma Assis recebe apoio de famosos</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/argentina-re-por-injuria-racial-no-rio-esta-de-volta-ao-seu-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terça-feira a Justiça autorizou sua saída do Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49859" aria-describedby="caption-attachment-49859" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-49859" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/04/Argentina-re-por-injuria-racial-no-Rio-esta-de-volta-ao-seu-pais-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/04/Argentina-re-por-injuria-racial-no-Rio-esta-de-volta-ao-seu-pais-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/04/Argentina-re-por-injuria-racial-no-Rio-esta-de-volta-ao-seu-pais-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/04/Argentina-re-por-injuria-racial-no-Rio-esta-de-volta-ao-seu-pais-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/04/Argentina-re-por-injuria-racial-no-Rio-esta-de-volta-ao-seu-pais.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-49859" class="wp-caption-text">Frame/Polícia Civíl do Rio de Janeiro</figcaption></figure>
<p>A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após ofender funcionários de um bar de Ipanema, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano, já está de volta ao seu país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684633&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684633&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o jornal argentino <em>La Nácion</em>, a advogada pousou em Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1).</p>
<p><strong>À imprensa local, ela disse estar arrependida de ter reagido mal no episódio.</strong> Na denúncia, Agostina se referiu a um negro, empregado de um bar, de forma pejorativa, e ao deixar o estabelecimento usou a palavra &#8220;mono&#8221;, que em espanhol significa macaco, além de imitar os gestos do animal.</p>
<p>Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas racistas para os outros dois funcionários do bar, o que caracterizou três crimes.</p>
<h2>Volta</h2>
<p>Na terça-feira (31), a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a volta da advogada a seu país natal, com a devolução do passaporte e a retirada da tornozeleira eletrônica. <strong>No entanto, ela continuará respondendo ao processo de injúria racial.</strong></p>
<p>Ela chegou a ser presa por algumas horas no dia 6 de fevereiro, mas foi solta com a ordem de usar tornozeleira eletrônica.</p>
<p><strong>Após ter retirado a tornozeleira eletrônica e pagar fiança de R$ 97 mil, equivalente a 60 salários mínimos, determinada pela Justiça, a advogada argentina Agostina Páez, pode deixar o país.</strong></p>
<p>O crime de injúria racial praticado pela advogada ocorreu em 14 de janeiro deste ano, em um bar da Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, zona sul do Rio. Agostina Páez discutiu com funcionários do bar por causa de uma suposta cobrança indevida na conta.</p>
<p>A argentina usou termos pejorativos e chamou um funcionário de momo, macaco em espanhol, e fez gestos imitando um macaco, registrados por uma câmera de segurança da região.</p>
<p><strong>A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, determinou o pagamento da caução, entre outras medidas, para a advogada argentina deixar o país.</strong></p>
<p>A liminar foi expedida pelo desembargador Luciano Silva Barreto, relator do caso.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/argentina-re-por-injuria-racial-no-rio-esta-de-volta-ao-seu-pais/">Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vini Jr marca golaço e denuncia caso de racismo em Liga dos Campeões</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/vini-jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-liga-dos-campeoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Real Madrid]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius Júnior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atacante diz que foi chamado de macaco em discussão após comemoração</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49154" aria-describedby="caption-attachment-49154" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-49154" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Vini-Jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-Liga-dos-Campeoes.webp" alt="" width="800" height="600" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Vini-Jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-Liga-dos-Campeoes.webp 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Vini-Jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-Liga-dos-Campeoes-300x225.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Vini-Jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-Liga-dos-Campeoes-768x576.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-49154" class="wp-caption-text">Foto: Instagram | @vinijr</figcaption></figure>
<p><strong>O atacante <a href="https://ilhacarioca.com/tag/vinicius-junior">Vinícius Júnior</a> denunciou ter sido vítima de racismo na vitória de seu clube, o Real Madrid, da Espanha, sobre o Benfica, de Portugal, por 1 a 0, pelo mata-mata da Liga dos Campeões da Europa. </strong>O episódio ocorreu logo após o brasileiro marcar um golaço no Estádio da Luz, abrindo o marcador em Lisboa, capital portuguesa.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1678553&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1678553&amp;o=node" /></p>
<p>Aos quatro minutos do segundo tempo, Vini Jr recebeu do atacante Kylian Mbappé na esquerda e bateu da entrada da área. A bola fez um arco e acertou o ângulo do goleiro Anatoliy Trubin. O camisa 7 do Real Madrid festejou dançando em frente à bandeira de escanteio, próximo a torcedores do Benfica.</p>
<p><strong>Os jogadores do time português foram tirar satisfações com Vini Jr, que recebeu cartão amarelo do árbitro François Letexier. Quando a confusão parecia encerrada, o brasileiro se dirigiu ao juiz reclamando que foi chamado de &#8220;mono&#8221;, termo em espanhol para macaco. </strong>Ele tinha acabado de discutir com Gianluca Prestianni, do Benfica. As imagens da transmissão de TV mostraram que, em certo momento, o atacante argentino colocou a camisa em direção à boca.</p>
<p><strong>Após a denúncia de Vini Jr, o juiz ergueu os braços em forma de &#8220;X&#8221;, acionando o protocolo antirracismo e interrompendo o jogo. </strong>A paralisação durou cerca de dez minutos e jogadores do Real Madrid cogitaram deixar o gramado, mas não houve punição e o duelo foi retomado. O brasileiro passou a ser vaiado pela torcida do Benfica em todo instante que encostava na bola.</p>
<p>O gol marcado nesta terça isolou Vini Jr como segundo jogador brasileiro que mais balançou as redes na Liga dos Campeões. Ele chegou a 31 gols, superando o ex-meia Kaká, que atuou por Real Madrid e Milan, da Itália. O líder da estatística é o atacante Neymar, que marcou 42 gols por Barcelona, da Espanha, e Paris Saint-Germain, da França.</p>
<p>Com o triunfo por 1 a 0, o Real Madrid tem a vantagem do empate no duelo de volta do confronto, que dá vaga às oitavas de final. As equipes se reencontram na quarta-feira da próxima semana (25), às 17h (horário de Brasília), no Santiago Bernabeu, em Madri, capital espanhola.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-02/vini-jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-liga-dos-campeoes">Agência Brasil</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/vini-jr-marca-golaco-e-denuncia-caso-de-racismo-em-liga-dos-campeoes/">Vini Jr marca golaço e denuncia caso de racismo em Liga dos Campeões</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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