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	<title>Olimpíadas de Paris - Ilha Carioca</title>
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	<description>Portal de notícias da Ilha do Governador</description>
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	<title>Olimpíadas de Paris - Ilha Carioca</title>
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		<title>Adeus e legado: Thaísa deixa marca histórica na seleção brasileira feminina de vôlei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 21:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Central se despediu da seleção com o bronze olímpico em Paris 2024</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42752" aria-describedby="caption-attachment-42752" style="width: 828px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Adeus-e-legado-Thaisa-deixa-marca-historica-na-selecao-brasileira-feminina-de-volei.webp" alt="" width="828" height="528" class="size-full wp-image-42752" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Adeus-e-legado-Thaisa-deixa-marca-historica-na-selecao-brasileira-feminina-de-volei.webp 828w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Adeus-e-legado-Thaisa-deixa-marca-historica-na-selecao-brasileira-feminina-de-volei-300x191.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Adeus-e-legado-Thaisa-deixa-marca-historica-na-selecao-brasileira-feminina-de-volei-768x490.webp 768w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /><figcaption id="caption-attachment-42752" class="wp-caption-text">Foto: Miriam Jeske/COB</figcaption></figure>A aura de uma bicampeã olímpica pela seleção brasileira feminina de vôlei foi colocada em quadra em Paris 2024 para a construção de mais uma medalha do voleibol nos Jogos Olímpicos. Thaísa Daher, que conquistou o mundo com a camisa nacional, despediu-se da seleção com o bronze na França. E ela entra de vez para a história da modalidade no país com um legado vitorioso e de superação.</p>
<p>“Esse bronze vale ouro pela entrega desse grupo. Estivemos unidas e demos a volta por cima, o time está de parabéns. Eu encerro aqui, mas espero ter deixado uma marca boa em cada coração das meninas, de cada pessoa com quem trabalhei. Não sou uma pessoa fácil de lidar, mas em todo o momento com certeza dei o melhor que podia”, ressaltou a atleta após ter conquistado a sua terceira medalha olímpica.</p>
<p>São mais de 20 anos defendendo o Brasil em campeonatos internacionais  &#8211; desde as categorias de base até o adulto &#8211; e uma carreira brilhante. Com dois ouros olímpicos, em Pequim 2008 e Londres 2012, além de uma prata e um bronze em Mundiais, a central de 37 anos e 1,96m atravessou gerações para se tornar uma gigante do voleibol nacional e internacional.</p>
<p>“Foi uma vida inteira dedicada à seleção e ao vôlei. Vou continuar no clube, mas a seleção para mim é muito desgastante e tem meninas que estão voando. Peguei a Diana pelo braço, por exemplo, e passei o bastão, falei para ela que tem totais condições de firmar posição e levar o time. E é isso, passar, deixar um legado. Espero que eu tenha feito da melhor maneira possível, porque dei o meu melhor”, pontuou.</p>
<p>Thaísa participou de quatro Jogos Olímpicos (Pequim 2008, Londres 2012, Rio 2016 e Paris 2024) e conquistou três medalhas, o que a colocou no seleto grupo de cinco atletas brasileiras a terem conquistado tal feito &#8211; Fofão, Marta, Mayra Aguiar e Rebeca Andrade completam a lista. Depois de ficar de fora do ciclo de Tóquio 2020, ela atendeu ao chamado de José Roberto Guimarães para voltar ao time e ajudar com a sua experiência na busca por mais uma medalha olímpica.</p>
<p>“Agradeci muito ao Zé por ter me chamado de volta, me aceitado e ter acreditado em mim, que eu poderia ajudar de alguma forma. Ele e a família dele vão ficar marcados para o resto da minha vida na minha história. Se não fosse ele eu não teria voltado a jogar voleibol, porque precisei de muita estrutura. E eles me deram isso quando todo mundo virou as costas”, comentou, reforçando a importância do técnico na continuação da sua carreira após ter sofrido uma grave lesão no joelho esquerdo em 2017.</p>
<p>“Foi o momento mais difícil da minha vida e eles (Zé e família) me deram a mão. Provavelmente minha carreira terminaria ali. Ele me trouxe de volta à vida e depois para a seleção. E depois de tudo isso nós conseguimos uma medalha juntos. Para o resto da minha vida vou lembrar disso”, completou, emocionada.</p>
<p>De uma carreira completa com a seleção, com muitas conquistas, Thaísa reforça que leva o amor e a união. Para ela, ter participado de um ciclo vitorioso com a chegada de atletas mais novas, que vão seguir na seleção, é a síntese de que o trabalho segue no caminho certo. E ela pode ficar tranquila de ter deixado sua marca na história do voleibol brasileiro e mundial.</p>
<p>“Agradeço a todas as meninas também, porque elas me acolheram e se dedicaram ao máximo. Eu espero realmente ter deixado uma coisa bonita para o voleibol, para o mundo, as pessoas que torcem. E para todos que amam o vôlei espero ter reforçado a história de  ‘acredita que você pode’. Eu consegui, com muita ajuda. Acreditei que ia dar certo e to aqui agora ganhando mais uma medalha olímpica”, finalizou.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/adeus-e-legado-thaisa-deixa-marca-historica-na-selecao-brasileira-feminina-de-volei/">Adeus e legado: Thaísa deixa marca histórica na seleção brasileira feminina de vôlei</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Larissa Pimenta celebra bronzes em Paris em visita ao Parque Time Brasil: &#8220;Vamos por mais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 00:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Judô]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa Pimenta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior fan fest olímpica fora de Paris recebe a medalhista do judô com muito carinho e energia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42770" aria-describedby="caption-attachment-42770" style="width: 828px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Larissa-Pimenta-celebra-bronzes-em-Paris-em-visita-ao-Parque-Time-Brasil-Vamos-por-mais.webp" alt="" width="828" height="552" class="size-full wp-image-42770" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Larissa-Pimenta-celebra-bronzes-em-Paris-em-visita-ao-Parque-Time-Brasil-Vamos-por-mais.webp 828w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Larissa-Pimenta-celebra-bronzes-em-Paris-em-visita-ao-Parque-Time-Brasil-Vamos-por-mais-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Larissa-Pimenta-celebra-bronzes-em-Paris-em-visita-ao-Parque-Time-Brasil-Vamos-por-mais-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /><figcaption id="caption-attachment-42770" class="wp-caption-text">FOTO: Léo Barrilari/COB</figcaption></figure>A última sexta-feira, 9, foi gelada em São Paulo. A chuva não deu trégua, mas a torcida brasileira seguiu firme na espera de ver Larissa Pimenta, duas vezes medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos Paris 2024. Ao chegar no Festival Olímpico Time Brasil, no Parque Villa-Lobos, a judoca recebeu uma recepção calorosa do público e celebrou as conquistas.</p>
<p>Larissa Pimenta ganhou dois bronzes no judô em Paris: um no individual (categoria até 52kg) e outro na disputa por equipes. Com as duas medalhas no peito, a atleta de 25 anos subiu no palco e foi ovacionada pelos torcedores presentes. Ao lado de Ginga, o mascote do Time Brasil, a judoca não se cansou de agradecer e ressaltar o quão importante é a presença da torcida na fan fest.</p>
<p>“É muito gratificante, vamos por mais. Gostaria de agradecer a presença de todos vocês. Me sinto muito feliz e honrada de poder estar aqui em solo brasileiro. Sentindo todo esse calor e energia nessa chuva fria. Queria muito conhecer aqui”, disse.</p>
<p>O Festival Olímpico Parque Time Brasil, maior fan fest olímpica fora de Paris, é um evento que tem 12 horas diárias de atividades e ações, além de receber os mais novos medalhistas brasileiros. São muitas atividades relacionadas ao esporte, além de telões com transmissão dos Jogos Olímpicos Paris 2024, várias opções de alimentação e brindes.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/larissa-pimenta-celebra-bronzes-em-paris-em-visita-ao-parque-time-brasil-vamos-por-mais/">Larissa Pimenta celebra bronzes em Paris em visita ao Parque Time Brasil: “Vamos por mais”</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil encerra campanha histórica em Paris com prata no futebol feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 19:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medalha foi a 19ª do país nesta edição e 10ª do futebol nos Jogos Olímpicos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42731" aria-describedby="caption-attachment-42731" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-42731" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-encerra-campanha-historica-em-Paris-com-prata-no-futebol-feminino-1024x683.webp" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-encerra-campanha-historica-em-Paris-com-prata-no-futebol-feminino-1024x683.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-encerra-campanha-historica-em-Paris-com-prata-no-futebol-feminino-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-encerra-campanha-historica-em-Paris-com-prata-no-futebol-feminino-768x512.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-encerra-campanha-historica-em-Paris-com-prata-no-futebol-feminino-1536x1024.webp 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-encerra-campanha-historica-em-Paris-com-prata-no-futebol-feminino.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42731" class="wp-caption-text">Foto: Alexandre Loureiro/COB</figcaption></figure>
<p>Não faltaram dedicação e suor. Nos Jogos Olímpicos das mulheres, as do futebol feminino defenderam com garra a oportunidade construída. Após duas vitórias heroicas no mata-mata, o grupo repetiu neste sábado, no Parque dos Príncipes, o melhor resultado da história do nosso futebol feminino. Dezesseis anos depois da última final, novamente conquistamos a prata, a 19ª medalha do Brasil em Paris 2024.</p>
<p>A medalha foi forjada numa classificação dura na fase de grupos, seguida por triunfos maiúsculos sobre a França, nas quartas-de-final, e sobre a atual campeã mundial Espanha, com direito a goleada nas semifinais. Na decisão, melhor para os Estados Unidos, agora pentacampeões olímpicos, por 1 a 0, gol de Mallory Swanson.</p>
<p>Agora o Brasil soma 10 medalhas no futebol olímpico. Além da prata desta edição, as mulheres foram vice-campeãs em Atenas 2004 e Pequim 2008. O masculino, que não se classificou para estes Jogos, soma sete, sendo campeão na Rio 2016 e em Tóquio 2020.</p>
<h3>Brasil tem as melhores chances do 1º tempo</h3>
<p>O Brasil começou com a mesma postura que apresentou diante da Espanha, pressionando a saída de bola americana. A primeira finalização, após uma roubada de bola, veio dos pés de Ludmilla. Os Estados Unidos não se encolheram e também passearam pela nossa área com perigo. Aos 15, Ludmilla invadiu a área em jogada individual e marcou, mas o lance foi corretamente anulado por impedimento.</p>
<p>As americanas tentaram surpreender com transições rápidas e encontraram espaço na nossa defesa. Em duas cobranças de escanteio tentaram cobranças direto para o gol na esperança de o sol ofuscar a visão de Lorena. Do lado brasileiro, as oportunidades foram empilhadas.</p>
<p>Houve queixa de pênalti, jogadas por ambos os lados e boas construções coletivas. Por duas vezes Ludmilla triscou de cabeça e quase marcou. Nos acréscimos, Gabi Portilho obrigou Naeher se esticar toda para manter o placar zerado. Foram várias bolas cruzando a área americana. Faltava alguém empurrar para o gol.</p>
<h3>Contra-ataque fulminante adia sonho do ouro</h3>
<p>Na volta do intervalo, o jogo recomeçou truncado, e Yaya precisou ser substituída por Ana Vitoria. Aos 11 minutos, após passe errado de Lauren, um banho de água fria. Em contra-ataque fulminante, no limite do impedimento, Mallory Swanson invadiu a área e abrir o placar para os Estados Unidos.</p>
<p>Arthur Elias colocou em campo Angelina, Priscila e Marta nas vagas de Duda Sampaio, Ludmilla e Jheniffer. Os EUA cresceram em espaços que se abriram no meio e pressionaram a meta brasileira.</p>
<p>Após a pausa para a hidratação o Brasil ensaiou uma postura mais ofensiva, mas Lorena foi a goleira que seguiu trabalhando mais. Arthur Elias fez a última substituição com Rafaella no lugar de Lauren. Marta teve chance na bola parada, mas a oportunidade mais perigosa, uma cabeçada de Adriana, parou na boa defesa de Naeher. A seleção acreditou, lutou, mas o placar permaneceu igual. Ainda assim, o pódio era motivo de muito orgulho. Dezesseis anos depois, a seleção feminina de futebol retornou ao pódio olímpico.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/brasil-encerra-campanha-historica-em-paris-com-prata-no-futebol-feminino-2">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/brasil-encerra-campanha-historica-em-paris-com-prata-no-futebol-feminino-2</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/brasil-encerra-campanha-historica-em-paris-com-prata-no-futebol-feminino/">Brasil encerra campanha histórica em Paris com prata no futebol feminino</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil vence Turquia e é bronze nos Jogos Olímpicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 17:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[Olimpíadas de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Vôlei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipe feminina fez 3 a 1 (25/21, 27/25, 22/25 e 25/15) e garantiu a 20ª medalha do Brasil em Paris 2024, igualando a campanha da Rio 2016</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42728" aria-describedby="caption-attachment-42728" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-42728" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-vence-Turquia-e-e-bronze-nos-Jogos-Olimpicos-1024x683.webp" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-vence-Turquia-e-e-bronze-nos-Jogos-Olimpicos-1024x683.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-vence-Turquia-e-e-bronze-nos-Jogos-Olimpicos-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-vence-Turquia-e-e-bronze-nos-Jogos-Olimpicos-768x512.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-vence-Turquia-e-e-bronze-nos-Jogos-Olimpicos-1536x1024.webp 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Brasil-vence-Turquia-e-e-bronze-nos-Jogos-Olimpicos.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42728" class="wp-caption-text">Foto: Miriam Jeske/COB</figcaption></figure>
<p>A seleção feminina de vôlei encerrou a participação em Paris 2024 da melhor maneira possível: vencendo a Turquia por 3 a 1(25/21, 27/25, 22/25 e 25/15), conquistando a medalha de bronze e garantindo o 20º pódio do Brasil nos Jogos Olímpicos. A campanha iguala a Rio 2016 em número de pódios.</p>
<p>Com grande atuação das principais líderes do elenco, Gabi Guimarães, com 28 pontos, e Thaisa, com 17, o Brasil acrescentou a sexta medalha olímpica das mulheres no currículo. A central de 1,92m esteve, além da campanha na França, nos ouros de Pequim 2008 e Londres 2012. As mulheres brasileiras ainda têm uma prata em Tóquio 2020 e dois bronzes, um em Atlanta 1996 e outro em Sydney 2000. Ao todo, o vôlei de quadro do Brasil chega à 12ª medalha em Jogos Olímpicos.</p>
<p>&#8220;Aqui está se encerrando um ciclo. E por isso chorei tanto. Foi uma vida inteira dedicada à seleção e ao vôlei. Tem umas meninas voando. É um legado que eu deixo. Espero que tenha feito da melhor maneira possível. Errando e acertando, mas dei o meu melhor. Queria muito ter conseguido ajudar mais para chegar na final e conquistar a medalha de ouro. Mas esse bronze é um ouro para nós&#8221;, disse Thaisa, que se despediu da seleção brasileira.</p>
<p>O jogo foi bastante equilibrado durante a maior parte do tempo, como não poderia deixar de ser em uma disputa de medalha em Jogos Olímpicos. Mas a equipe comandada por Zé Roberto se manteve tranquila nos momentos de maior tensão, principalmente nos finais dos sets para conseguir anular a perigosa Melissa Vargas, cubana naturalizada turca de 24 anos e 1,93m de altura, grande destaque da equipe em Paris. Além de Gabi e Thaisa, o Brasil ainda contou com bons desempenhos de Ana Cristina e Rosamaria, que marcaram 13 e 10 pontos, respectivamente.</p>
<p>&#8220;A derrota na semifinal nos pegou muito. O objetivo era a conquista da medalha de ouro porque tínhamos time para isso. Mas, no final das contas, estou orgulhosa por termos lutado até o final contra um grande time. E assim que chegamos no vestiário o Zé Roberto já falou conosco sobre a importância de voltar para casa com esse bronze. Tínhamos que honrar tudo que fizemos. Pelo nosso povo, pelo Brasil, pelos nossos familiares. Saí hoje orgulhosa por termos nos reinventado&#8221;, afirmou a ponteira Gabi.</p>
<p><strong>O JOGO</strong></p>
<p>O primeiro set, como não poderia deixar de ser, foi muito equilibrado. O Brasil explorava muito Rosamaria e Gabi, enquanto as adversárias respondiam com Melissa Vargas, cubana naturalizada turca e grande destaque da seleção nos Jogos Olímpicos. Mas depois do empate em 20 pontos, o bloqueio do Brasil apareceu com Thaisa e Gabi para, finalmente, termos uma vantagem de dois pontos. A Turquia pediu tempo, mas não adiantou muito. E foi justamente num bloqueio de Thaisa que o Brasil fechou a primeira parcial em 25 a 21. A arquibancada balançou aos gritos de “Monster Block”.</p>
<p>No começo do segundo set, a tônica do jogo seguiu parecida. O Brasil aproveitando a potência dos ataques de Gabi e o bloqueio da central de 1,92m. O que mudou foi que a equipe brasileira começou a não ser tão efetiva nos ataques e as turcas aproveitaram para virar em 6 a 5. Num rally emocionante, de altíssimo nível, o Brasil chegou ao empate em 9 pontos. A partir daí a Turquia teve um outra atleta em destaque: Eda Dundar, que começou a virar todas as bolas. Contando com os problemas da recepção brasileira, a Turquia abriu três pontos de vantagem: 20 a 17. Pontos de ataque de Ana Cristina e Gabi e bloqueios de Thaisa e Ana Cristina colocaram o Brasil à frente do placar novamente: 22 a 21. Mas a Turquia buscou a virada para 24 a 23 e o Brasil para 25 a 24 num jogo alucinante. Coube a Gabi fazer o 8º ponto no set para fechar o placar em 27 a 25. 2 a 0 para o Brasil.</p>
<p>O terceiro set, o jogo seguiu equilibrado com Thaisa dando o tom pelo lado brasileiro e Melissa Vargas pelo lado turco. Depois do empate em 15 pontos, Derya Cebecioglu conseguiu dois pontos de saque para colocar a Turquia em vantagem 17 a 15. Com três pontos de ataque de Melissa Vargas e um bloqueio de Eda Dundar, a Turquia abriu vantagem de 21 a 17 num momento importante do jogo e Zé Roberto pediu tempo. O Brasil se aproximou no placar, mas o set era mesmo de Cebecioglu, que marcou o 25º ponto da Turquia, o 8º dela no set, para fechar em 25 a 22. 2 a 1 pro Brasil.</p>
<p>No quarto set, Eda Dundar e Melissa Vargas seguiram liderando a equipe Turca, que abriu 7 a 4. Zé Roberto colocou em quadro Júlia Bergmann e Macris nos lugares de Roberta e Rosamaria. A mexida funcionou. O Brasil buscou o empate num bloqueio de Gabi Guimarães e virada num erro de ataque de Cebecioglu. A recepção e o bloqueio do Brasil melhoraram e, mesmo com pedido de tempo e trocas na equipe, a equipe turca não conseguiu parar o Brasil. Com ace de Julia Bergmann, o time de Zé Roberto abriu quatro pontos de vantagem: 12 a 8.</p>
<p>Os saques de Bergmann, jogando como oposta, seguiam causando estragos na defesa turca e o Brasil abriu 14 a 8. Comandadas por Thaisa e Gabi, a seleção brasileira foi abrindo vantagem: 19 a 12. Melissa Vargas que não havia se apresentado no quarto set, conseguiu virar duas bolas para a Turquia e a vantagem diminuiu, fazendo com que Zé Roberto parasse a partida. O respiro funcionou porque a vantagem voltou a sete pontos depois de um erro de ataque de Hande Baladin. Repetindo o que fez durante toda a competição em Paris, Gabi chamou a responsabilidade e fez o 23º e o 24º pontos para o Brasil. Mas para fechar, foi ela, Thaisa Daher, que coloca a terceira medalha olímpica no peito depois dos ouros em Pequim 2008 e Londres 2012.</p>
<p><strong>A CAMPANHA</strong></p>
<p>A seleção feminina de vôlei começou com uma vitória tranquila sobre o Quênia por 3 a 0 (25/14, 25/13 e 25/12) em 56 minutos. Carolana e Rosamaria, com 13 pontos cada, foram as principais pontuadoras da partida.</p>
<p>A segunda partida da fase classificatória foi contra o Japão e nova vitória por 3 a 0 (25/20, 25/17 e 25/18) em uma hora e 11 de jogo. Gabi Guimarães liderou a equipe com 17 pontos.</p>
<p>Fechando a primeira fase, 3 a 0 (25/21, 38/36 e 25/14) sobre a Polônia. Gabi com 21 pontos liderou a seleção no placar, seguida de perto por Rosamaria, que marcou 18 pontos para o Brasa.</p>
<p>O Brasil não deu chances à República Dominicana e venceu por 3 a 0 (25/22, 25/13 e 25/17) em 1h05. E a capitão da seleção, com 20 pontos, foi o principal nome da seleção novamente.</p>
<p>Na semifinal, o Brasil perdeu seus primeiros sets nos Jogos Olímpicos. Num jogo de quase duas horas, os Estados Unidos venceram por 3 a 2 (23/25, 25/18, 15/25, 25/23 e 11/15), num jogo de quase 2h. Ana Cristina foi a principal pontuadora do Brasil com 24 pontos.</p>
<p>Na disputa de terceiro lugar, domínio em três dos quatro sets para garantir a medalha de bronze por 3 a 1(25/21, 27/25, 22/25 e 25/15) em uma hora e 42 minutos de jogo.</p>
<p>&#8220;Era muito importante essa vitória e essa medalha de bronze. Foram três anos de muito trabalho e muita dedicação de todo mundo. Eu tenho que agradecer à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) por todo apoio que eles deram. É óbvio que queríamos a medalha de ouro. Mas chegamos muito perto. Eu ficaria mais triste ainda se voltássemos para o Brasil sem nada&#8221;, completou o técnico Zé Roberto, medalhista olímpico pela quinta vez.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/com-grande-atuacao-das-lideres-gabi-e-thaisa-brasil-vence-turquia-e-e-bronze-nos-jogos-olimpicos-3">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/com-grande-atuacao-das-lideres-gabi-e-thaisa-brasil-vence-turquia-e-e-bronze-nos-jogos-olimpicos-3</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/brasil-vence-turquia-e-e-bronze-nos-jogos-olimpicos/">Brasil vence Turquia e é bronze nos Jogos Olímpicos</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Campeãs de tudo, Duda e Ana Patrícia conquistam o ouro no vôlei de praia em Paris 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 23:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Vôlei de Praia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 28 anos, o Brasil volta a ter uma dupla no lugar mais alto do pódio feminino da modalidade em Jogos Olímpicos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42735" aria-describedby="caption-attachment-42735" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-42735 size-large" style="font-weight: bold; background-color: transparent; color: #767676;" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Campeas-de-tudo-Duda-e-Ana-Patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-Paris-2024-1024x683.webp" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Campeas-de-tudo-Duda-e-Ana-Patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-Paris-2024-1024x683.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Campeas-de-tudo-Duda-e-Ana-Patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-Paris-2024-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Campeas-de-tudo-Duda-e-Ana-Patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-Paris-2024-768x512.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Campeas-de-tudo-Duda-e-Ana-Patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-Paris-2024-1536x1024.webp 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Campeas-de-tudo-Duda-e-Ana-Patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-Paris-2024.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42735" class="wp-caption-text">Foto: Luiza Moraes/COB</figcaption></figure>
<p>Elas chegaram à França com um histórico de grandes vitórias em todos os torneios mais importantes da modalidade nos últimos anos. Faltava uma conquista. E ela veio no maior evento multiesportivo do mundo. A dupla Duda e Ana Patrícia se sagrou campeã olímpica do vôlei de praia em Paris 2024. Nesta sexta-feira (09), aos pés da icônica Torre Eiffel, as brasileiras venceram as canadenses Melissa e Brandie no tie-break, por 2 sets a 1 (parciais de 26/24, 12/21, 15/10) para cravarem seus nomes no Olimpo e conquistarem o ouro na edição dos Jogos Olímpicos Paris 2024.</p>
<p>Eduarda Santos Lisboa e Ana Patrícia Ramos se tornaram a segunda dupla feminina brasileira a subir ao lugar mais alto do pódio na história dos Jogos Olímpicos. Agora, elas se juntam a Jackie Silva e Sandra Pires, campeãs em Atlanta 1996. Campeãs de tudo (Jogos Olímpicos da Juventude, Mundial, Jogos Pan-americanos), Duda e Ana, 28 anos depois da primeira conquista brasileira, somam o ouro olímpico a sua vitoriosa carreira.</p>
<p>&#8220;É o último jogo da Olimpíada então tentei, busquei, começaram em mim, eu não consegui virar, Patrícia começou a vibrar, depois o jogo passou pra ela, teve dificuldade e eu falei &#8220;a gente tem que fazer alguma coisa diferente, vamos gritar, vamos vibrar, vamos tirar porque é nosso único momento aqui, os últimos pontos que a gente vai viver&#8221;. Espero viver novamente, mas é único, é um momento único então tem que vibrar, tem que comemorar, tem que viver, tem que sentir e deu certo&#8221;, disse Duda.</p>
<p>Para chegar a esse topo, as brasileiras tiveram um jogo duro nesta sexta-feira, decidido na tensão do tie-break. As duas equipes, inclusive, reeditaram o confronto da final dos Jogos Pan-americanos Santiago 2023. Na oportunidade, Duda e Ana Patrícia venceram as canadenses por 2 sets 0 para conquistarem o ouro da competição continental. No confronto desta sexta, a história se repetiu, com vitória das brasileiras na final olímpica.</p>
<h3><strong>O JOGO</strong></h3>
<p>Os primeiros pontos da partida demonstraram o equilíbrio dos dois times, mas as canadenses passaram a pressionar no saque e as brasileiras não conseguiram efetividade em seus ataques. As adversárias abriram seis pontos de vantagem (2 a 8) e Duda e Ana pediram tempo. Na sequência, o jogo se equilibrou e dois bloqueios seguidos de Ana Patrícia colocaram as brasileiras de volta na partida. Elas encostaram, viraram o placar (18 a 17) e o duelo ficou lá e cá, ponto a ponto. Mas Duda e Ana Patrícia foram mais eficientes e fecharam o primeiro set em 26 a 24.</p>
<p>Na segunda parcial, a partida continuou equilibrada até a metade do set, quando as canadenses se aproveitaram de uma leve instabilidade brasileira para tirarem uma vantagem de quatro pontos (11 a 15). Novamente, Duda e Ana pediram tempo para se reorganizarem, mas o time canadense aumentou o seu volume defensivo e a efetividade nos contra-ataques para abrirem distância no placar. As adversárias administraram o set e fecharam a parcial em 21 a 12.</p>
<p>Aí veio a tensão do tie-break, o set decisivo. As brasileiras começaram mais atentas e agressivas para pressionar o outro lado. Duda e Ana conseguiram abrir uma vantagem de três pontos (7 a 4) e, ponto a ponto, foram construindo uma distância no placar. As brasileiras se impuseram e num ataque de Ana Patrícia fizeram 15 a 10, 2 sets a 1 para se consagrarem campeãs olímpicas.</p>
<p>&#8220;Muita coisa passando na cabeça, mas acho que o que a gente pode falar é que é uma realização que não cabe dentro da gente. É para isso que a gente trabalhou todo esse tempo que a gente vem trabalhando e que bom que a gente conseguiu realizar e ter esse privilégio de ser aqui nesse estádio tão icônico&#8221;, disse Ana Patrícia.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/campeas-de-tudo-duda-e-ana-patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-paris-2024-2">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/campeas-de-tudo-duda-e-ana-patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-paris-2024-2</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/campeas-de-tudo-duda-e-ana-patricia-conquistam-o-ouro-no-volei-de-praia-em-paris-2024/">Campeãs de tudo, Duda e Ana Patrícia conquistam o ouro no vôlei de praia em Paris 2024</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alison dos Santos se supera e conquista bronze nos 400m com barreiras em Paris 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 21:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Piu fecha pódio com tempo de 47s26 e conquista segundo bronze olímpico da carreira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42739" aria-describedby="caption-attachment-42739" style="width: 828px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-42739" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Alison-dos-Santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-Paris-2024-1.webp" alt="" width="828" height="552" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Alison-dos-Santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-Paris-2024-1.webp 828w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Alison-dos-Santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-Paris-2024-1-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Alison-dos-Santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-Paris-2024-1-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /><figcaption id="caption-attachment-42739" class="wp-caption-text">FOTO: Wander Roberto/COB</figcaption></figure>
<p>Mais uma medalha para a coleção! O brasileiro Alison dos Santos, o “Piu”, conquistou a medalha de bronze na final dos 400m com barreiras nesta sexta-feira, 9, nos Jogos Olímpicos Paris 2024. Com tempo de 47s26, ele ficou em terceiro para repetir o desempenho em Tóquio 2020, garantindo sua segunda medalha olímpica de bronze na carreira.</p>
<p>Campeão olímpico, o americano Rai Benjamin foi o único a correr abaixo dos 47s no Stade de France, fechando em 46s46. O noruegês Kasper Warholm ficou com a prata, com 47s06, apenas 0s2 à frente de Alison. Na prática, foi um pódio muito similar ao de Tóquio, com Piu em terceiro e as duas primeiras posições invertidas.</p>
<p>&#8220;Foi mágico poder entrar num estádio lotado e ter aquela energia de todo mundo gritando. Todo mundo estava competindo, obviamente, tinha um francês na nossa prova, mas eles estavam vibrando, eles queriam ver algo bonito e acho que a gente conseguiu entregar isso. A gente poder ter uma rivalidade muito amigável que a gente tem entre todos os atletas que estão correndo agora, porque a gente sabe que a gente não pode dar bobeira, tem que correr muito rápido. Estar conseguindo a medalha, tem que correr muito rápido pra estar no pódio e conseguir chegar aqui mais uma vez é maravilhoso, é mágico pra gente. Estou muito orgulhoso disso e agora só quero aproveitar e dividir essa conquista com todo mundo&#8221;, disse Alison.</p>
<p>Alison havia se classificado à final com um &#8220;susto&#8221;. Terceiro em sua bateria eliminatória na semifinal, o campeão mundial em Eugene 2022 precisou esperar os resultados dos rivais para confirmar que se classificaria à decisão em Paris pelo tempo. Com 47s05, ele se classificou com a quarta melhor marca geral.</p>
<p>O resultado coroa a superação de Piu nBrasi09ão só sobre os dez obstáculos e os adversários na pista, mas também sobre os desafios fora dela. Em 2023, o jovem de 24 anos teve que superar uma grave lesão no menisco lateral do joelho direito. Ele passou por uma cirurgia, que marcou seu ciclo olímpico, em fevereiro de 2023.</p>
<h3>Outros resultados e um noivado no atletismo</h3>
<p>Após 16 anos longe de uma final olímpica no salto triplo, o Brasil voltou a ter um representante entre os finalistas na prova em que já teve muita tradição e conquistas de medalhas. Com um salto de 16,41m, Almir Júnior, de 30 anos, alcançou a 11ª colocação nos Jogos Olímpicos Paris 2024. Após a prova, o brasileiro pediu a namorada Talita Ramos em noivado em pleno estádio olímpico.</p>
<p>“Esse foi um ciclo difícil, com muita abdicação e dedicação. Às vezes temos que brindar a parte boa também. A Talita me dá suporte, me dá apoio, é quem aguenta junto, quem me dá tranquilidade para que eu possa fazer o meu melhor. A Talita foi meu porto seguro. Eu queria coroar esses Jogos com uma medalha, mas eu não podia perder essa oportunidade”, disse o atleta.</p>
<p>A medalha de ouro foi para o espanhol Jordan Alejandro Fortun (17,86m), a prata para o português Pedro Pichardo (17,84m) e o bronze para o italiano Andy Hernandez (17,64m).</p>
<p>Em seu primeiro salto, Almir fez 16,41m. Na segunda tentativa ele queimou o salto e marcou 16,28m no terceiro. “Hoje eu pequei pelo excesso de vontade por ser uma final olímpica. Depois que eu vi o nível dos saltos da primeira rodada fui para o tudo ou nada e acabei queimando alguns saltos. Agora tenho que aguardar mais quatro anos para os próximos Jogos”, disse Almir, segundo colocado no Mundial Indoor de 2018, prata nos Jogos Pan-Americanos Santiago 2003 e primeiro lugar no Ibero-Americano de 2024.</p>
<p>Em sua história, o Brasil já conquistou seis medalhas olímpicas: Dois ouros com Adhemar Ferreira da Silva, duas pratas com Nelson Prudêncio e dois bronzes com João do Pulo. A última vez que o Brasil esteve na final da prova em Jogos Olímpicos aconteceu em Pequim 2008, com Jadel Gregório na sexta colocação.</p>
<p>Mais cedo, na sessão da manhã, a equipe brasileira não conseguiu se classificar para a final do revezamento 4x400m rasos. Com três integrantes do time que conquistou o ouro nos Jogos Pan-americanos Santiago 2023 &#8211; Lucas Carvalho, Douglas Mendes e Lucas Vilar -, além de Jadson Erick, o Brasil não fez uma boa prova, começou atras e não conseguiu se recuperar, marcando 3min00s95, não suficiente para alcançar a vaga na final.</p>
<p>“Com o tempo que fizemos hoje no Mundial de Revezamento a gente seria medalhista de ouro, só que aqui estamos falando de Olimpíadas. Vamos sair de cabeça erguida. Essa equipe pode brigar com todas do mundo”, disse Matheus Lima, que encerrou a prova.</p>
<p>O revezamento 4&#215;400 masculino do Brasil se classificou para os Jogos Paris 2024 pelo Mundial de Revezamento 2024 realizado em Bahamas. Mesmo sem ir para a final, o quarteto brasileiro uma das vagas ao vencer uma das repescagens com o tempo de 3min01s86.</p>
<p>O revezamento 4&#215;400 metros foi quarto colocado em Barcelona 1992 com Robson Caetano na equipe e chegou a outras duas finais olímpicas.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/alison-dos-santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-paris-2024-4">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/alison-dos-santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-paris-2024-4</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/alison-dos-santos-se-supera-e-conquista-bronze-nos-400m-com-barreiras-em-paris-2024/">Alison dos Santos se supera e conquista bronze nos 400m com barreiras em Paris 2024</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Isaquias Queiroz é prata na canoagem velocidade e chega a cinco medalhas olímpicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 13:44:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Isaquias Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas de Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Canoísta brasileiro dá arrancada espetacular no fim e segue no pódio olímpico depois de medalhas na Rio 2016 e Tóquio 2020</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42742" aria-describedby="caption-attachment-42742" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-42742" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Isaquias-Queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-1024x786.webp" alt="" width="1024" height="786" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Isaquias-Queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-1024x786.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Isaquias-Queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-300x230.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Isaquias-Queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-768x589.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Isaquias-Queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-1536x1179.webp 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Isaquias-Queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas.webp 1561w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42742" class="wp-caption-text">FOTO: Wander Roberto/COB</figcaption></figure>
<p>Depois da disputa do C2 500m, Isaquias Queiroz prometeu levantar a cabeça e representar bem, em sua última prova nessa edição dos Jogos Olímpicos, todo o time de Lagoa Santa. E ele conseguiu. Com a cabeça em pé, o peito inflado e muita força nos braços, o maior atleta da história da canoagem velocidade do Brasil conquistou a sua quinta medalha olímpica, a prata no C1 1000m em Paris 2024. O brasileiro cruzou a linha de chegada com o tempo de 3:44:33, sendo superado apenas pelo tcheco Martin Fuksa, ouro, com 3:43:16. Serghei Tarnovschi, da Moldávia, fechou o pódio (3:44:68).</p>
<p>Isaquias se coloca assim ao lado de Robert Scheidt e Torben Grael na segunda colocação na lista de atletas brasileiros com mais medalhas olímpicas, com cinco. Eles estão atrás apenas de Rebeca Andrade que, com as quatro conquistadas nessa edição de Jogos Olímpicos, chegou a seis láureas. Além da prata em Paris, Isaquias tem ouro no C1 1000m em Tóquio 2020, prata no C1 1000m e no C2 500m na Rio 2016 e bronze no C1 200m também nos Jogos do Brasil. O sonho de ultrapassar os dois ídolos da Vela na lista ainda está de pé.</p>
<p>&#8220;No finalzinho da prova eu lembrei que meu filho pediu a medalha de ouro. A de ouro não deu, mas fico feliz de poder subir ao pódio e agora vou entregar essa medalha para ele. Esse é o meu presente para todo mundo do Brasil. Muito obrigado por acreditar em mim. Sou muito grato a todos pelo reconhecimento. Hoje o Brasil inteiro sabe o que é a canoagem de velocidade. Temos que mostrar o resultado para quem investe na gente. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) tem nos ajudado ao longo dos anos. Então tive que sair com a medalha para ajudar o Time Brasil&#8221;, declarou Isaquias.</p>
<p>Nesta sexta, 09, ele começou disputando a semifinal. Com o tempo de 3:44:80, avançou para a final com a 3ª colocação geral e em segundo na forte primeira bateria, na qual Catalin Chirila, da Romênia, que quebrou o recorde olímpico nas eliminatórias, chegou em quinto e foi eliminado. Isaquias ficou atrás apenas do alemão Sebastian Brendel e do tcheco Martin Fuksa.</p>
<p>&#8220;A sensação é de alívio, felicidade&#8230; muita felicidade. Não foi um ano fácil para mim e para minha esposa. 2023 foi um ano diferente e especial, quando eu percebi o que não é ser campeão mundial e super atleta. E sim ser um humano com problemas físicos e psicológicos. Tive que me remontar. Tive que correr muito para ficar em forma. Não é fácil ficar fora de pódios&#8221;, contou.</p>
<p>Na quinta, Isaquias havia disputado a final do C2 500m ao lado do jovem Jacky Godmann, mas acabou ficando na oitava colocação. A dupla foi quarta colocada em Tóquio e considerava estar ainda mais preparada para a disputa em Paris. A decepção por não ter chegado ao pódio no C2 foi uma motivação a mais para o baiano de Ubaitaba.</p>
<p>&#8220;Eu fiquei muito triste de não estar no pódio nas duplas. É um peso que eu tiro das minhas costas agora. Poder chegar em Paris, ser medalhista de prata e porta-bandeira. Lógico que a gente fica triste quando perde. Ver os adversários ganhando. Mas acima de tudo fica o respeito. Temos que aceitar quando perdemos. Não significa que somos ruins, e sim que eles foram melhores. Ganha quem tem a unha maior&#8221;, concluiu.</p>
<h3>Quem é Isaquias Queiroz: perfil, biografia e principais resultados</h3>
<p>Isaquias nasceu na “cidade das canoas”, significado em tupi-guarani de Ubaitaba, na Bahia. O local de nascimento já predestinava o que o canoísta viria a conquistar remando em uma canoa, mas não sem antes superar alguns obstáculos.</p>
<p>O menino cresceu numa família humilde, ao lado de nove irmãos. O pai faleceu quando o campeão Olímpico ainda era criança e a mãe, Dona Dilma, sustentava a casa como servente na rodoviária da cidade.</p>
<p>Com apenas três anos de idade, uma panela de água fervente virou sobre Isaquias, que ficou um mês internado, com queimaduras em diversas partes do corpo. Sem se recuperar a ponto de conseguir alta do hospital, Dona Dilma assinou um termo de responsabilidade, o levou para casa e cuidou dele até a recuperação.</p>
<p>Aos 10 anos, Isaquias subiu em uma mangueira para ver uma cobra morta, se desequilibrou e caiu de costas em cima de uma pedra. A pancada provocou uma lesão séria no rim, com hemorragia interna, que o levou a uma cirurgia para retirada do órgão. O incidente gerou o apelido de “Sem Rim” ao, agora, cinco vezes medalhista olímpico. Isaquias costuma brincar que &#8220;perdeu um rim, mas ganhou um terceiro pulmão&#8221;.</p>
<p>Pouco tempo depois, a canoagem entrou na vida do garoto. Isaquias começou a participar do projeto Segundo Tempo, que oferecia prática esportiva para crianças e adolescentes de Ubaitaba. O goleiro Isaquias queria o futebol, mas a canoagem velocidade dominou o coração do menino, inspirado por outro filho ilustre da “cidade das canoas”, Jefferson Lacerda, pioneiro da modalidade no Brasil, que competiu em Barcelona 1992, na primeira vez que canoístas brasileiros estiveram nos Jogos.</p>
<p>Em 2011, aos 16 anos, o baiano se mudou ao Rio de Janeiro e passou a competir com as cores do Flamengo. Conquistou um ouro e uma prata no Campeonato Mundial Júnior 2011, realizado na Alemanha. Fora dos Jogos Pan-Americanos Guadalajara 2011 e dos Jogos Olímpicos Londres 2012, aproveitou para fazer história em 2013: um ouro e um bronze no Campeonato Mundial realizado em Duisburg, na Alemanha, as primeiras medalhas do Brasil num Mundial da canoagem velocidade.</p>
<p>Dois anos mais tarde, em 2013, outro passo que mudaria a vida do medalhista olímpico. O treinador espanhol Jesús Morlán passou a comandar a equipe brasileira e se tornou o grande mentor de Isaquias. Ao lado dele, vieram as três medalhas na Rio 2016, um recorde para um atleta brasileiro até então.</p>
<p>Morlán faleceu em 2018, vitimado por um câncer no cérebro, uma perda que abalou Isaquias profundamente por conta da relação construída. Ele pensou em parar, ainda mais depois que a pandemia alongou a preparação visando os Jogos Olímpicos.</p>
<p>Os objetivos mudaram quando Isaquias prometeu à viúva de Morlán que voltaria do Japão com nova medalha. Ao lado de Pinda, auxiliar de Morlán que assumiu a seleção depois do falecimento do espanhol, formou uma parceria campeão rumo ao ouro Olímpico em Tóquio 2020.</p>
<p>Para Paris 2024, o canoísta sentiu que precisava de uma pausa. Deu prioridade à família, sobretudo para acompanhar o nascimento do segundo filho, Luigi. Ao final de 2023, um ano em que não conquistou grandes resultados, a exceção da prata nos Jogos Pan-americanos, já começou a dar sinais de recuperação no ritmo.</p>
<p>Em maio deste ano, o canoísta participou da Copa do Mundo Szeged 2024. Conquistou dois ouros, no C1 500m e no C1 1000m. Em agosto, subiu ao pódio Olímpico novamente, mostrando que o filho da “cidade das canoas” estava predestinado ao sucesso na modalidade.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/isaquias-queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-11">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/isaquias-queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas-11</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/isaquias-queiroz-e-prata-na-canoagem-velocidade-e-chega-a-cinco-medalhas-olimpicas/">Isaquias Queiroz é prata na canoagem velocidade e chega a cinco medalhas olímpicas</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Edival Pontes, o Netinho, ganha 2ª chance graças a algoz e é bronze no taekwondo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Taekwondo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Clara Pacheco faz luta duríssima contra número 1 do mundo mas se despede nas quartas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42745" aria-describedby="caption-attachment-42745" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-42745 size-large" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Edival-Pontes-o-Netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-1024x683.webp" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Edival-Pontes-o-Netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-1024x683.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Edival-Pontes-o-Netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Edival-Pontes-o-Netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-768x512.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Edival-Pontes-o-Netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-1536x1024.webp 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Edival-Pontes-o-Netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42745" class="wp-caption-text">Foto: Wander Roberto/COB</figcaption></figure>
<p>De derrotado na estreia a medalhista olímpico. A jornada de Edival Pontes, o Netinho, na arena montada no Grand Palais foi de fé, garra e, acima de tudo, técnica e força mental. Superado pelo jordaniano Zaid Kareem na primeira rodada, Netinho teve a oportunidade de disputar a repescagem devido à classificação do algoz para a disputa pelo ouro. Não desperdiçou a segunda chance. Após oito horas de espera, venceu duas lutas pela categoria até 68kg e voltará dos Jogos Olímpicos Paris 2024 com um bronze na bagagem.</p>
<p>A luta que consagrou a volta por cima de Netinho foi contra o espanhol Javier Polo Perez, vencida por 2 rounds 1 pelo brasileiro, com emoção até o último segundo.</p>
<p>Esta é a 15º medalha do Brasil na capital francesa e a terceira do taekwondo brasileiro nos Jogos. Antes de Netinho subiram ao pódio olímpico Natalia Falavigna, bronze em Pequim 2008, e Maicon Andrade, também bronze na Rio 2016.</p>
<p>Maria Clara Pacheco, estreante de 21 anos, se despediu nas quartas de final da categoria até 57kg. Venceu o primeiro combate e quase passou pela número 1 do mundo, a chinesa Zongshi Luo, mas foi superada e, posteriormente, eliminada, com a derrota da algoz nas semifinais.</p>
<p>Nesta sexta-feira outros dois brasileiros estarão em ação no taekwondo. Caroline Santos, a Juma, estreará na categoria até 67kg diante da tailandesa Sasikarn Tongchan, enquanto Henrique Marques lutará na categoria até 80kg tendo o jordaniano Saleh Elsharabaty como adversário no primeiro combate.</p>
<p>&#8220;Estou experiente, muito experiente com toda a minha carreira, com 26 anos, tenho 20 anos de taekwondo e estava me sentindo no meu auge, estava muito bem e quando eu perdi a primeira luta eu não entendia, ficava perguntando a &#8220;meu Deus, o que é que está acontecendo? Estou bem fisicamente, estou no meu auge com a experiência que eu tenho e não vai ser agora?&#8221; Então eu acho que depois que eu ganhei ali do Hakan, do Turco, e o Zaid foi pra final, acho que abriu uma luz na minha cabeça e falou &#8220;po, Netinho, é agora, é a de bronze&#8221;, então eu levei isso pro fundo do meu coração, falei que ninguém vai tirar isso de mim e, graças a Deus, deu tudo certo&#8221;, disse Netinho.</p>
<h3>Jordaniano é algoz e redentor de Netinho</h3>
<p>Netinho teve uma pedreira de cara, o jordaniano Zaid Kareem, cabeça de chave número 6 na categoria até 68kg e para quem já havia perdido anteriormente. O adversário foi muito eficiente nos chutes na cabeça e venceu o primeiro round por 9 a 2. Com ajuda da revisão do VAR, Netinho conseguiu o empate com 6 a 5 no segundo round. No terceiro, apesar do esforço do brasileiro, novamente o jordaniano foi superior nos chutes na cabeça e venceu por 9 a 3.</p>
<p>Restava a Netinho torcer pelo próprio algoz para voltar à disputa na repescagem. Kareem fez a parte dele, venceu Hakan Reçber e o britânico Bradly Sinden e se classificou para a disputa do ouro. Emocionado, se ajoelhou no tapete incrédulo. Ali abria também margem para Netinho ter sua segunda chance.</p>
<p>O caminho seria duro. O primeiro adversário foi Hakan Reçber, medalhista de bronze nos 68kg em Tóquio 2020 tendo eliminado o próprio Netinho nas oitavas e atual campeão mundial dos 63kg, categoria não-olímpica. Netinho abriu o primeiro round 6 a 0 com dois chutes na cabeça, mas viu o adversário virar com uma sequência intensa de golpes na curta distância. Netinho se recuperou e, em uma penalização do rival, venceu por 8 a 7.</p>
<p>No segundo round turco abriu 2 a 0 com um chute no tronco, mas cedeu o empate ao cair duas vezes tentando chutes altos e se desequilibrar. Com uma punição para cada lado, o placar terminou empatado, mas o turco levou a melhor por ter disferido um golpe, enquanto o brasileiro pontuou apenas através de penalizações.</p>
<p>O terceiro round começou com os dois taekwondistas se estudando muito, mas Netinho conseguiu encaixar dois chutes no tronco e forçou faltas do adversário. No final recuou e deixou a área de luta para gastar o tempo e selou a vitória com um 7 a 1.</p>
<p>Faltava ainda a luta pelo bronze contra Javier Polo Perez. O espanhol saiu na frente com um chute no tronco, mas Netinho virou com um chute na cabeça contabilizado após apelação no VAR. O brasileiro saiu da área de combate para gastar o tempo restante e foi punido, mas o 3 a 3 no placar o dava a vitória no round.</p>
<p>No segundo round foi a vez de Perez levar o ponto de chute na cabeça após a revisão por vídeo. O espanhol abriu 5 a 0 com um golpe no tronco e resistiu à reação de Netinho, que conseguiu um chute na cabeça e uma punição, mas perdeu por 6 a 4. No terceiro e último round, tensão máxima. O brasileiro conseguiu dois chutes no tronco e abriu 4 a 0, mas recebeu duas punições ao recuar e gastar o tempo. Uma pausa estratégia deu o respiro que Netinho precisava. Mesmo com mais uma punição, selou o bronze da redenção.</p>
<h3>Maria Clara Pacheco cai diante da número 1 do mundo</h3>
<p>Pela categoria até 57kg, Maria Clara dominou o primeiro combate contra a australiana Stacey Hymer, número 14 do mundo. Liderou as ações e foi muito mais agressiva. Com dois chutes no tronco em contra-ataques e uma punição da adversária venceu o primeiro round por 5 a 0. No segundo nenhuma das atletas pontuou, mas como a brasileira foi quem chegou mais perto nas tentativas, levou a vantagem e venceu por 2 rounds a 0.</p>
<figure id="attachment_42746" aria-describedby="caption-attachment-42746" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-42746" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Maria-Clara-Pacheco-cai-diante-da-numero-1-do-mundo-1024x683.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Maria-Clara-Pacheco-cai-diante-da-numero-1-do-mundo-1024x683.jpeg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Maria-Clara-Pacheco-cai-diante-da-numero-1-do-mundo-300x200.jpeg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Maria-Clara-Pacheco-cai-diante-da-numero-1-do-mundo-768x512.jpeg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Maria-Clara-Pacheco-cai-diante-da-numero-1-do-mundo-1536x1024.jpeg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Maria-Clara-Pacheco-cai-diante-da-numero-1-do-mundo-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42746" class="wp-caption-text">Maria Clara Pacheco (vermelho) &#8211; Foto: Wander Roberto/COB</figcaption></figure>
<p>Nas quartas, uma pedreira pela frente: Zongshi Luo, número 1 do mundo. A brasileira derrubou a chinesa no primeiro round e, perfeita na defesa, venceu por 1 a 0. Na segunda parcial a adversária conseguiu se valer da maior envergadura para fazer 3 a 2 e igualar o placar. No terceiro round, os 12 centímetros a mais novamente fizeram a diferença para chutes na cabeça, e a chinesa venceu por 3 a 2, 2 a 1 em rounds.</p>
<p>“Foi uma luta muito difícil, com alguns erros que fizeram a diferença no final. Ela é a número 1 do mundo em todos os quesitos, ranking, Campeonato Mundial, etapas de Grand Prix&#8230; A gente tinha uma expectativa boa, mas assumo a responsabilidade de um vacilo no segundo round. Estou bem chateada de ter perdido”, analisou a brasileira.</p>
<p>Para conquistar a medalha, Maria Clara precisava torcer para que Luo fosse finalista e, assim, a permitisse disputar a repescagem pelo bronze. A chinesa, no entanto, foi surpreendida pela sul-coreana Yujin Ki, número 29 do ranking, nas semifinais, e a brasileira acabou eliminada.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/edival-pontes-o-netinho-ganha-2-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-1">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/edival-pontes-o-netinho-ganha-2-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo-1</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/edival-pontes-o-netinho-ganha-2a-chance-gracas-a-algoz-e-e-bronze-no-taekwondo/">Edival Pontes, o Netinho, ganha 2ª chance graças a algoz e é bronze no taekwondo</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Augusto Akio conquista o bronze do skate park em Paris 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 20:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atleta curitibano usa os malabares para se concentrar e relaxar durante as competições</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42749" aria-describedby="caption-attachment-42749" style="width: 828px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-42749" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Augusto-Akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-Paris-2024.webp" alt="" width="828" height="552" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Augusto-Akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-Paris-2024.webp 828w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Augusto-Akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-Paris-2024-300x200.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Augusto-Akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-Paris-2024-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /><figcaption id="caption-attachment-42749" class="wp-caption-text">Foto: Luiza Moraes/COB</figcaption></figure>
<p>Para a maioria dos mortais, os momentos que antecedem uma final olímpica são cheios de tensão, concentração e nervosismo. Para Augusto Akio, esse parece ser o momento ideal para uma sessão de malabares na frente de uma arena urbana La Concorde lotada de torcedores de todo mundo. Foi assim que o skatista brasileiro relaxou nesta quarta-feira (8), antes de mostrar toda a destreza também na pista e conquistar a medalha de bronze do skate park dos Jogos Olímpicos Paris 2024.</p>
<p>Natural de Curitiba, conhecido também como Japinha, Akio competiu solto mesmo no centro das atenções do mundo olímpico desta quarta. A disputa da prova de park reuniu algumas celebridades internacionais como o rapper Snoop Dog, o surfista Gabriel Medina, recém-chegado do Taiti, onde conquistou o bronze olímpico, e até de John Textor, dono da SAF do Botafogo e ex-skatista profissional.</p>
<p>Após cair no início da primeira volta e fazer uma nota apenas razoável na segunda, Akio voou cheio de estilo na terceira para chegar ao bronze com uma nota de 91.85. O ouro ficou com o australiano Keegan Palmer, com 93.11, e a prata para o americano Tom Schaar, com 92.23.</p>
<p>A final contou com mais dois brasileiros. Pedro Barros quase chegou ao pódio olímpico mais uma vez e terminou em quarto lugar com 91.65; e Luigi Cini ficou em sétimo com 76.89.</p>
<p>“Realmente essa conquista me traz fortes emoções e fortes sentimentos. Essa competição de hoje representava o encerramento do skate nos Jogos Olímpicos e quando eu já tinha feito a minha última volta, eu sabia que eu tinha feito um bom trabalho. Eu sabia que havia me superado na execução da volta completa com as manobras que eu planejei&#8221;, disse o atleta de 23 anos, que lamentou não ter a companhia de seu ídolo na premiação.</p>
<p>“Eu gostei muito de estar no pódio. Mas eu gostaria muito que o Pedro Barros também estivesse no pódio comigo. Eu cresci vendo o Pedro andando de skate. Eu assistia a vídeos deles todos os dias. Ele tem uma mensagem muito bonita de união e respeito. Os valores que o Pedro carrega, não só pelas conquistas e pela performance, mas pela mensagem que ele passa, são coisas que eu me identifico e quero propagar também”, afirmou o atleta.</p>
<p>Assim como nas eliminatórias da manhã com 22 atletas, na final, oito skatistas executaram três voltas de 45 segundos cada, passando pela avaliação dos árbitros. A melhor entre as três notas foi considerada como pontuação final.</p>
<p>“O Japinha é um grande irmão meu e fiquei muito feliz em vê-lo no pódio. Muito especial ver o crescimento do skate como um todo. Ver tantas pessoas vindo torcer, mostra como o nosso esporte é especial. A gente quer ver essa celebração de pessoas que se superam diariamente. O skate é sobre isso. A gente se taca no chão e se levanta, não mirando uma medalha e sim a diversão, o que por acaso nos levou até aqui”, disse Pedro Barros, medalhista de prata em Tóquio 2020. &#8220;Estou muito feliz com o meu resultado. Eu consegui completar uma boa volta e agora vamos pra frente que tem muito skate pela frente”, afirmou o veterano da equipe brasileira, com apenas 28 anos.</p>
<p>Augusto Akio também tem em seu currículo a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos Santiago 2023. Assim como em Paris, o skatista também era visto equilibrando seus malabares na Vila de Santiago.</p>
<p>“Eu gosto de usar os malabares como uma maneira para as pessoas me identificarem. É comum eu estar na rua e alguém reparar e me pergunta. Você que é o japinha do malabares que anda de skate que anda na tv? Além disso me relaxa e me ajuda a concentrar”, explicou o agora medalhista olímpico.</p>
<p>O skate brasileiro encerra a participação em Paris 2024 com duas medalhas. Na primeira semana dos Jogos Olímpicos, Rayssa Leal conquistou o bronze no street, mesma prova em que foi prata em Tóquio 2020.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/skates-malabares-e-uma-medalha-olimpica-augusto-akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-paris-2024">www.cob.org.br/comunicacao/noticias/skates-malabares-e-uma-medalha-olimpica-augusto-akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-paris-2024</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/augusto-akio-conquista-o-bronze-do-skate-park-em-paris-2024/">Augusto Akio conquista o bronze do skate park em Paris 2024</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tati Weston-Webb fica com prata no surfe feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 11:18:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[Olimpíadas de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasileira perdeu decisão para a norte-americana Caroline Marks</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42713" aria-describedby="caption-attachment-42713" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-42713" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Tati-Weston-Webb-fica-com-prata-no-surfe-feminino-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Tati-Weston-Webb-fica-com-prata-no-surfe-feminino-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Tati-Weston-Webb-fica-com-prata-no-surfe-feminino-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Tati-Weston-Webb-fica-com-prata-no-surfe-feminino-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2024/08/Tati-Weston-Webb-fica-com-prata-no-surfe-feminino.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-42713" class="wp-caption-text">Foto: William Lucas / COB</figcaption></figure>
<p>A brasileira Tatiana Weston-Webb ficou com a medalha de prata do torneio feminino de surfe dos Jogos Olímpicos de Paris (França) após ser derrotada pela norte-americana Caroline Marks por 10,50 a 10,33, nesta segunda-feira (5) nas ondas de Teahupoo (Taiti).</p>
<p>Esta foi a segunda medalha do Brasil na modalidade nos Jogos de Paris, após Gabriel Medina ficar com o bronze entre os homens depois de derrotar o peruano Alonso Correa na disputa pelo terceiro lugar.</p>
<h3>A disputa</h3>
<p>Diante da atual campeã do Circuito Mundial de Surfe (WSL), a gaúcha não teve facilidades, pois, além de enfrentar uma grande adversária, teve de lidar com um mar com poucas ondas. Neste panorama Caroline Marks surfou a primeira boa onda, na qual conseguiu entubar rapidamente para tirar uma nota 7,50.</p>
<p>Alguns minutos depois as condições do mar melhoraram e Tatiana conseguiu uma onda na qual fez algumas manobras para tirar um 5,83. Porém Caroline Marks respondeu com outra onda que lhe valeu uma nota 3,00.</p>
<p>Tati ficou pressionada com esta situação. Mas ela mostrou frieza para pegar uma onda quando faltavam apenas dois minutos para o final da bateria que lhe valeu 4,50 pontos, uma boa nota diante das circunstâncias, mas não acima dos 4,68 para ficar com a vitória no final.</p>
<p>“Foram dias bem puxados, mas alem de puxados foram abençoados. Especialmente porque tivemos o melhor lugar para participar das Olimpíadas. Foi uma honra gigante de representar o Brasil, meu país. E quase deu ouro, mas prata é tudo. Esse é o momento mais alto da minha carreira”, declarou Tati.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2024-08/tati-weston-webb-fica-com-prata-no-surfe-nos-jogos-de-paris">agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2024-08/tati-weston-webb-fica-com-prata-no-surfe-nos-jogos-de-paris</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/tati-weston-webb-fica-com-prata-no-surfe-feminino/">Tati Weston-Webb fica com prata no surfe feminino</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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