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	<title>Museu de Arte do Rio - Ilha Carioca</title>
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	<title>Museu de Arte do Rio - Ilha Carioca</title>
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		<title>Museu de Arte do Rio exibe mostra da sul-africana Zanele Muholi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão e Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ativista faz sua primeira exposição individual no país</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_50467" aria-describedby="caption-attachment-50467" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-50467" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Museu-de-Arte-do-Rio-exibe-mostra-da-sul-africana-Zanele-Muholi-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Museu-de-Arte-do-Rio-exibe-mostra-da-sul-africana-Zanele-Muholi-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Museu-de-Arte-do-Rio-exibe-mostra-da-sul-africana-Zanele-Muholi-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Museu-de-Arte-do-Rio-exibe-mostra-da-sul-africana-Zanele-Muholi-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Museu-de-Arte-do-Rio-exibe-mostra-da-sul-africana-Zanele-Muholi.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-50467" class="wp-caption-text">Zanele Muholi/Somnyama Ngonyama</figcaption></figure>
<p><strong>O Museu de Arte do Rio (MAR) traz ao público Beleza valente, primeira mostra individual no Brasil da artista visual sul-africana Zanele Muholi.</strong></p>
<p>Apresentada pelo Instituto Moreira Salles (IMS) em São Paulo, a mostra está agora na capital fluminense, trazendo um panorama da produção de Muholi, com curadoria de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio.</p>
<p><strong>O título Beleza valente exalta que a beleza, na obra da artista, representa uma forma de luta e afirmação, em oposição à violência contra pessoas negras LGBTQIA+.</strong></p>
<p>Na exposição, podem ser vistas mais de 100 obras que incluem fotografias e vídeos e traçam um panorama da carreira de Zanele Muholi, de 2002 até agora, documentando a comunidade negra LGBTQIA+ na África do Sul e no mundo.</p>
<p>Há também obras inéditas feitas no Brasil em 2024, quando Muholi esteve em São Paulo e participou do Festival ZUM, organizado pela revista de fotografia do IMS. Na ocasião, ela conheceu organizações e instituições LGBTQIA+, traçando um paralelo entre a história da luta por direitos no seu país e no Brasil.</p>
<p><strong>Para Muholi, que nasceu em 1972, em Umlazi, Durban, na África do Sul, durante o regime do <em>apartheid </em>no país, &#8220;arte e política são inseparáveis&#8221;.</strong></p>
<p>Uma das séries mais emblemáticas de Muholi é Somnyama Ngonyama que, em português, significa Salve, leoa negra!. Iniciada em 2012, a obra permanece em desenvolvimento constante e presta homenagem à mãe da artista e a seus ancestrais.</p>
<p>Por meio de autorretratos realizados em diferentes cidades ao redor do mundo, a artista se representa utilizando objetos cotidianos, como cobertores e almofadas, que remetem a aspectos sociais e políticos relacionados à história da África do Sul, bem como aos lugares por onde ela passa.</p>
<p><strong>A mostra estará aberta ao público de terça-feira a domingo, das 11h às 18h, sendo que a entrada é gratuita às terças-feiras. Nos demais dias, é cobrado ingresso no valor de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada)</strong>.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-06/museu-de-arte-do-rio-exibe-mostra-da-sul-africana-zanele-muholi">Agência Brasil</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/museu-de-arte-do-rio-exibe-mostra-da-sul-africana-zanele-muholi/">Museu de Arte do Rio exibe mostra da sul-africana Zanele Muholi</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Museu de Arte do Rio inaugura exposição &#8216;Dança Barbot!&#8217;</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/museu-de-arte-do-rio-inaugura-exposicao-danca-barbot/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 14:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão e Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra apresenta a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot para a dança contemporânea no Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-46047" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Museu-de-Arte-do-Rio-inaugura-exposicao-Danca-Barbot.webp" alt="" width="800" height="605" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Museu-de-Arte-do-Rio-inaugura-exposicao-Danca-Barbot.webp 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Museu-de-Arte-do-Rio-inaugura-exposicao-Danca-Barbot-300x227.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Museu-de-Arte-do-Rio-inaugura-exposicao-Danca-Barbot-768x581.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />Possibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do <strong><a href="https://ilhacarioca.com/tag/museu-de-arte-do-rio">Museu de Arte do Rio</a></strong> (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira, dia 15 de abril, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan, com os curadores assistentes Amanda Rezende, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos, além dos convidados Ricardo Brandão e Gatto Larsen, que foi parceiro de vida de Barbot.</p>
<p>Nascido nem 1950 no Rio Grande do Sul, Rubens Barbot iniciou seus estudos em dança com João Luiz Rolla, em Porto Alegre, em 1967. Posteriormente, aprimorou sua formação na Escola de Ballet Contemporâneo de Buenos Aires. Em 1990, no Rio de Janeiro, fundou a primeira companhia negra de dança contemporânea do país, a Cia. Rubens Barbot Teatro de Dança, consolidando-se como uma figura central na valorização da cultura afro-brasileira por meio da arte.</p>
<p>A exposição terá instalações, fotografias e vídeos, onde o público poderá conhecer o trabalho pioneiro do bailarino. Destacam-se registros de espetáculos emblemáticos e depoimentos de artistas que colaboraram com o coreógrafo. Para a curadoria da exposição é importante ressaltar também que, ao longo da sua trajetória, Barbot foi acompanhado por grandes fotógrafos, como Renan Cepeda, Léo Aversa e Wilton Montenegro. A mostra conta com a colaboração desses fotógrafos, que cederam as imagens que estarão no Museu de Arte do Rio. “Dança Barbot! é uma exposição com uma experiência inédita para o MAR, que foi pensada a partir da trajetória de um bailarino. Rubens Barbot construiu uma trajetória fundamental em torno do corpo de um homem negro na dança. Então, acho que ele tem, por um lado, uma trajetória pessoal que a gente vai ver na exposição com imagens, fotografias, vídeos e filmes, onde esse corpo de dança, esse corpo do bailarino vai se evidenciar nos movimentos e na performance. Então, é uma exposição em homenagem, e também é uma exposição memorialista, ou seja, os elementos cênicos, os chapéus, as roupas, os figurinos estarão presentes. A exposição também será uma grande instalação, ela toda é um gesto teatral, um ato teatral, onde a gente convoca esses elementos. E, além disso, apresentamos a própria história da dança, que já foi chamada de afro-brasileira, ou balé afro”, afirma o Curador-Chefe do MAR, Marcelo Campos.</p>
<p>Com trabalhos centrados na cultura afro-brasileira, Barbot chega ao MAR em uma exposição única e que apresenta a contribuição deste bailarino que dedicou quase quarenta anos de sua vida à pesquisa de movimentos dos corpos afro-brasileiros. “Acredito que a exposição está alinhada à linha curatorial do museu, ao plano museológico, que estabelece o MAR como um espaço de reflexão, sobre a reflexão crítica, sobre a história, não só a história da arte, mas sobre a história da arte contemporânea, inclusive, das diversas linguagens artísticas. O Museu de Arte do Rio está trabalhando de maneira transversal, envolvendo diversas e diferentes linguagens”, destaca o Diretor-Executivo, Marcelo Velloso Dentro da programação de abertura da exposição, no dia 15 de abril, haverá uma conversa de galeria com os curadores da mostra. Neste dia a entrada é gratuita.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/museu-de-arte-do-rio-inaugura-exposicao-danca-barbot/">Museu de Arte do Rio inaugura exposição ‘Dança Barbot!’</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Museu de Arte do Rio comemora 10 anos com abertura da exposição ‘A Construção do MAR e a Pequena África’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2023 15:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A festa teve bolo para o público e convidados, distribuição de livros e uma edição especial do projeto Mar de Música</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40444" aria-describedby="caption-attachment-40444" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2023/04/Museu-de-Arte-do-Rio-comemora-10-anos-com-abertura-da-exposição-‘A-Construção-do-MAR-e-a-Pequena-África’-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" class="size-large wp-image-40444" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2023/04/Museu-de-Arte-do-Rio-comemora-10-anos-com-abertura-da-exposição-‘A-Construção-do-MAR-e-a-Pequena-África’-1024x683.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2023/04/Museu-de-Arte-do-Rio-comemora-10-anos-com-abertura-da-exposição-‘A-Construção-do-MAR-e-a-Pequena-África’-300x200.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2023/04/Museu-de-Arte-do-Rio-comemora-10-anos-com-abertura-da-exposição-‘A-Construção-do-MAR-e-a-Pequena-África’-768x512.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2023/04/Museu-de-Arte-do-Rio-comemora-10-anos-com-abertura-da-exposição-‘A-Construção-do-MAR-e-a-Pequena-África’.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-40444" class="wp-caption-text">Foto: Alexandre Macieira / Prefeitura do Rio</figcaption></figure>O secretário municipal de Cultura, Marcelo Calero, participou, na tarde desta sexta-feira (31/3), da abertura da exposição “A construção do MAR e a Pequena África”, com mais de cem obras, entre fotografias e vídeos, que relembram fatos importantes da história do Museu de Arte do Rio. A mostra marca o aniversário de 10 anos de fundação do MAR, na Praça Mauá. A festa teve bolo para o público e convidados, distribuição de livros e uma edição especial do projeto Mar de Música, em parceria com o Circo Voador e apresentação da Orquestra Voadora.</p>
<p>– Muito importante lembrarmos de um momento político, aquele abraço coletivo para que o museu existisse. Isso é importante porque coloca instituições como o MAR como ponta de lança tanto para o conhecimento como para garantir a civilização e contrapor a barbárie – afirmou Marcelo Calero, que cortou o bolo ao lado do menino David Piau Bernardo, vizinho ao MAR que mora na Providência e cresceu dentro do museu.</p>
<p>Inaugurado em março de 2013, o Museu de Arte do Rio surgiu da união de dois prédios distintos, que passaram por obras complexas. O Palacete Dom João VI, inaugurado em 1916 e tombado pelo município em 2010, foi submetido a um longo e meticuloso processo de restauro. Um dos maiores desafios da equipe da obra foi unir dois edifícios tão diferentes. A harmonia entre os imóveis foi possibilitada pela cobertura fluida que lembra ondas do mar, uma das características mais marcantes na arquitetura do complexo. Profissionais de diferentes áreas de conhecimento participaram desse processo – arquitetos, carpinteiros, pintores, artistas e administradores.</p>
<p>A exposição apresenta o projeto arquitetônico, as alterações nos edifícios que compõem o museu, as manifestações pela sua permanência e a aproximação do MAR com a comunidade. A mostra tem curadoria do presidente do Conselho Municipal do MAR, Luiz Chrysostomo, e da equipe curatorial do museu formada por Marcelo Campos, Amanda Bonan, Jean Carlos Azuos, Thayná Trindade e Amanda Rezende.</p>
<p>Moradora do morro da Conceição há 40 anos, a vizinha e colaboradora Dona Luziete Fernandes participa há anos das ações do MAR com o território. Um projeto de vizinhos dentro de uma escola de museu.</p>
<p>– Essa foi a primeira grande obra do Porto Maravilha, o primeiro presente no meio do caos das obras que foi isso aqui. Através da Escola do Olhar é que tudo acontece e onde os vizinhos têm contato com o MAR.</p>
<p>O Museu de Arte do Rio teve o desafio de ressignificar seu sentido como espaço de arte e dialogar com a chamada Pequena África desde a sua construção na Praça Mauá. A narrativa da nova exposição que entra em cartaz no MAR conta boa parte dessa história por meio das obras e fotografias de Jaime Acioli, Thales Leite, César Barreto, Giselle Beiguelmann, Ayrson Heráclito, Tia Lúcia, Virgínia de Medeiros, Luiz Baltar, Francisco de Souza, Paula Trope, Yuri Firmeza, Lasar Segall, entre outros</p>
<p>– O MAR é um território de diversidades que desafia a cidade a viver sua diversidade – comentou João Alegria, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho.</p>
<p>Também para comemorar o aniversário, a Biblioteca do MAR realizou o Rolezinho de Livros, distribuindo gratuitamente os principais catálogos e publicações que já passaram pela instituição. Os catálogos foram disponibilizados no térreo do MAR, espaço ambientado e dedicado a se conectar a memória dos visitantes.</p>
<p>– Sinto-me muito privilegiado por fazer parte deste espaço que recebeu, em uma década, mais de cem exposições e 200 mil pessoas, mantendo dez mil itens museológicos, contribuindo para a democratização da cultura com um espaço de pertencimento – disse Raphael Callou, diretor e chefe da Representação da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) no Brasil, que faz a gestão do Museu.</p>
<p>A comemoração teve ainda uma edição especial do projeto “MAR de Música”, com apresentação da Orquestra Voadora. O projeto, criado em 2014, nasceu com o objetivo de aproximar a linguagem musical do espaço do museu e assim unir as artes visuais e a música. Para esta edição, a equipe do Circo Voador assina a curadoria musical do projeto.</p>
<p>Ao todo, já foram realizadas 60 edições do “MAR de Música”, levando aos pilotis do museu mais de 60 mil pessoas. Vários artistas já passaram por ali, entre eles Elza Soares, Diogo Nogueira, Letrux, Linn da Quebrada, o rapper BK, Otto, o grupo Samba Que Elas Querem e Galocantô.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/museu-de-arte-do-rio-comemora-10-anos-com-abertura-da-exposicao-a-construcao-do-mar-e-a-pequena-africa/">Museu de Arte do Rio comemora 10 anos com abertura da exposição ‘A Construção do MAR e a Pequena África’</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exposição no MAR discute territórios de homens negros e racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 13:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MAR traz mostra sobre racismo e violência contra corpos negros e periféricos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_39694" aria-describedby="caption-attachment-39694" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-39694" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2022/08/Exposição-no-MAR-discute-territórios-de-homens-negros-e-racismo-1024x613.jpg" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2022/08/Exposição-no-MAR-discute-territórios-de-homens-negros-e-racismo-1024x613.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2022/08/Exposição-no-MAR-discute-territórios-de-homens-negros-e-racismo-300x179.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2022/08/Exposição-no-MAR-discute-territórios-de-homens-negros-e-racismo-768x459.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2022/08/Exposição-no-MAR-discute-territórios-de-homens-negros-e-racismo.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-39694" class="wp-caption-text">Foto: Victor Lima / Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O Museu de Arte do Rio (MAR) recebe, a partir de hoje (6), a mostra individual Ramificar, do artista plástico RAMO. A entrada é gratuita e o museu fica na Praça Mauá, na zona portuária do Rio de Janeiro.</p>
<p>A mostra vai até o dia 6 de novembro, no Espaço Orelha, ao lado da biblioteca, no quarto andar do museu, com funcionamento de quinta-feira a domingo, sempre das 11h às 18h, sendo que a entrada ao pavilhão ocorre até 17h.</p>
<p>Falando à Agência Brasil, RAMO conta que o tema central da exposição é um exercício de conexão entre os dois territórios que são muito importantes para ele: a cidade de Mauá, no ABC Paulista, onde nasceu, com a Praça Mauá e a Pequena África.</p>
<p>“É uma justaposição entre as culturas que estão sendo trabalhadas ali, pensando e produzindo a partir do corpo de homens pretos e periféricos, ou favelados”.</p>
<p>A região do Rio de Janeiro que compreende a zona portuária, Gamboa e Saúde, e também onde se encontra a Comunidade Remanescentes de Quilombos da Pedra do Sal, Santo Cristo, assim como outros locais habitados por escravizados alforriados, ficou conhecida como Pequena África, entre os anos de 1850 e 1920.</p>
<p>RAMO explicou que, ao olhar para esse exercício social, buscou soluções práticas, visuais e poéticas para lidar com a constante negligência do estado brasileiro em relação a essa população específica. O artista levanta o debate sobre o racismo e a violência contra o negro. “A ideia é discutir território e, ao mesmo tempo, criar soluções práticas no campo das artes visuais para essa vereda com que a gente precisa lidar”.</p>
<h3>Obras</h3>
<p>Ao todo, são 29 obras expostas, sendo três produzidas exclusivamente para a exposição: duas pinturas (Amor e Tereza) e uma instalação 111 (Neo Ex-Votos).</p>
<p>A instalação traz a proposta de cura para a vilanização do homem preto e periférico a partir da memória do Massacre do Carandiru, chacina resultou em 111 mortos e que completa 30 anos no dia 2 de outubro.</p>
<p>Já a obra Tereza traz um momento de esperança e afeto para a exposição, ao mostrar um autorretrato de RAMO e sua companheira, Ester Lopes.</p>
<p>RAMO conta que a exposição pretende entender a periferia carioca em sua complexidade, a partir da troca e do aprendizado com os moradores locais.</p>
<p>“Ramificar também é refletir sobre esse movimento, essas idas e vindas, esses fluxos e refluxos, partindo do meu corpo de homem preto e periférico e do desejo de dialogar com os meus pares, porque a periferia é extremamente múltipla. Eu espero que as pessoas se sintam tocadas, reflitam e ramifiquem”.</p>
<h3>Artista</h3>
<p>Roger Ramos começou a demonstrar talento para as artes plásticas ainda novo, apoiado pelos pais, que o incentivavam a ler e escrever. Desenhava desde criança e sempre esteve ligado a processos pedagógicos e educativos que lidam com a arte. Profissionalmente, o artista RAMO surgiu em 2016.</p>
<p>Ele estará na abertura da mostra e convidou outros artistas plásticos cariocas para participar de uma feira de arte paralela, chamada O corre, gíria que se refere à rotina corrida, à luta diária de artistas e produtores, em geral.</p>
<p>No início de 2020, RAMO participou com duas obras da exposição Rua!, também no MAR.</p>
<h3>Diálogo</h3>
<p>O curador-chefe do MAR, Marcelo Campos, afirmou que a exposição mantém o museu em diálogo com os jovens e os artistas contemporâneos.</p>
<p>“RAMO não trabalha diretamente com a cena violenta. Há uma espécie de imaginário da violência. Você vai ter na obra, por exemplo, um elemento como o rosto coberto pela camiseta, que é a referência ao Carandiru e à ideia de vilão. Ou seja, na obra do RAMO, você vai ter elementos que te colocam em diálogo e reflexão sobre a violência, mas você não tem a cena”, destac Campos.</p>
<p>“A mostra ajuda a cumprir a nossa missão no MAR de manter o diálogo com os jovens e os artistas contemporâneos. Com Ramificar conseguimos também colocar a arte a favor de discussões fundamentais para a nossa sociedade e, principalmente, para a região onde estamos”, acrescenta Raphael Callou, diretor da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), que é gestora do MAR desde janeiro deste ano.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/exposicao-no-mar-discute-territorios-de-homens-negros-e-racismo/">Exposição no MAR discute territórios de homens negros e racismo</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Museu de Arte do Rio tem entrada gratuita às terças-feiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2017 18:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Mauá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques é a exposição "Meu Mundo Teu", com fotografias de Alexandre Sequeira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_22588" aria-describedby="caption-attachment-22588" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-22588 size-large" src="https://ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Museu-de-Arte-do-Rio-tem-entrada-gratuita-as-tercas-feiras-700x420.jpg" alt="Exposição Meu Mundo Teu" width="640" height="384" /><figcaption id="caption-attachment-22588" class="wp-caption-text">Exposição Meu Mundo Teu &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O Museu de Arte do Rio (MAR) oferece entrada gratuita às terças-feiras, das 10h às 17h. Um dos destaques é a exposição &#8220;Meu Mundo Teu&#8221;, com fotografias de Alexandre Sequeira, que fica em cartaz até o dia 16/07. Na mostra, o fotógrafo promove, de maneira artesanal, o encontro de dois adolescentes.</p>
<p>Segundo o artista, a exposição materializa &#8220;a metáfora do encontro dos dois seres, dois mundos, potencializando efetividade e riqueza que a amizade propicia.</p>
<p>O MAR fica na Praça Mauá, 5. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3031-2741.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/museu-de-arte-do-rio-tem-entrada-gratuita-as-tercas-feiras/">Museu de Arte do Rio tem entrada gratuita às terças-feiras</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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