Granizo e rajadas de vento: novo ciclone coloca Brasil em alerta

Alerta. Um novo ciclone extratropical deve se formar entre o fim da noite desta quarta-feira (19) e a madrugada de quinta-feira (20), em uma área próxima ao oeste do Rio Grande do Sul e à fronteira com o Uruguai.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o principal impacto deve ocorrer sobre a metade oeste do Rio Grande do Sul, especialmente nas áreas próximas às fronteiras com o Uruguai e a Argentina. Outras regiões gaúchas, no entanto, também poderão ser afetadas.
O fenômeno deve provocar temporais e fortes rajadas de vento no Sul antes de avançar em direção ao Sudeste, atingindo São Paulo e Rio de Janeiro a partir de sexta-feira (21), com ventania acima de 70 km/h.
A formação do ciclone está relacionada ao aprofundamento de uma área de baixa pressão sobre o Sul da América do Sul.
De acordo com a Climatempo, o processo de ciclogênese — nome dado à formação e intensificação de um ciclone — também contribuirá para a organização de uma frente fria.
+ impactos
Há previsão de chuva forte e intensa, trovoadas, descargas elétricas e possibilidade de granizo.
A passagem do sistema também deverá provocar uma queda acentuada das temperaturas em parte do Sudeste, devido à entrada de uma massa de ar polar.
No final de julho, os dois estados sofreram com tempestades e rajadas de vento forte que superaram 100km/h em várias regiões e deixaram mortes.
Na cidade do Rio, um redemoinho varreu a região central e causou muito prejuízos.
Já no litoral de São Paulo, o mar agitado assustou os moradores e as rajadas de vento mataram um homem em situação de rua.
+ o que é um ciclone
O termo ciclone é utilizado para designar um sistema de baixa pressão atmosférica, no qual os ventos convergem para um centro de circulação.
No Hemisfério Sul, esse movimento ocorre no sentido horário; no Norte, no sentido anti-horário.
A partir dessa classificação geral, os ciclones recebem nomes diferentes conforme a forma como se desenvolvem.
Os tropicais nascem sobre águas oceânicas quentes, enquanto os extratropicais se formam em regiões de contraste entre massas de ar frio e quente.
Fonte: Portal SRZD



