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	<title>Ciência e Meio Ambiente - Ilha Carioca</title>
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	<description>Portal de notícias da Ilha do Governador</description>
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	<title>Ciência e Meio Ambiente - Ilha Carioca</title>
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	<item>
		<title>Governo Federal lança página que reúne informações e ações de enfrentamento aos impactos do El Niño</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/governo-federal-lanca-pagina-que-reune-informacoes-e-acoes-de-enfrentamento-aos-impactos-do-el-nino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 22:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Página apresenta informações sobre a evolução do fenômeno, previsões e impactos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_70226" aria-describedby="caption-attachment-70226" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70226" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Governo-Federal-lanca-pagina-que-reune-informacoes-e-acoes-de-enfrentamento-aos-impactos-do-El-Nino.jpg" alt="" width="800" height="466" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Governo-Federal-lanca-pagina-que-reune-informacoes-e-acoes-de-enfrentamento-aos-impactos-do-El-Nino.jpg 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Governo-Federal-lanca-pagina-que-reune-informacoes-e-acoes-de-enfrentamento-aos-impactos-do-El-Nino-300x175.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Governo-Federal-lanca-pagina-que-reune-informacoes-e-acoes-de-enfrentamento-aos-impactos-do-El-Nino-768x447.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-70226" class="wp-caption-text">Imagem: Reprodução do site</figcaption></figure>
<p>O Governo Federal lançou uma página especial que reúne, em um único ambiente digital, informações, orientações e as principais ações de preparação e resposta aos impactos do El Niño no Brasil. Desenvolvida em parceria pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e pela Casa Civil, a iniciativa busca facilitar o acesso da população a informações oficiais e dar transparência e visibilidade à atuação integrada do Governo Federal diante dos efeitos do fenômeno climático.</p>
<p>Disponível em <strong><a href="http://gov.br/elnino">gov.br/elnino</a></strong> , a página apresenta informações sobre a evolução do fenômeno, previsões e impactos que devem ser monitorados em cada região do país, além das medidas adotadas pelo Governo Federal para antecipar riscos e ampliar a capacidade de resposta.</p>
<p>O conteúdo reúne, em linguagem acessível e com recursos visuais, dados produzidos pelos órgãos técnicos responsáveis pelo monitoramento meteorológico, climático, hidrológico e de riscos e desastres. A página também permite conhecer a estrutura montada pelo Governo Federal para o enfrentamento dos possíveis efeitos do El Niño e acompanhar as ações destinadas às áreas mais vulneráveis.</p>
<p><strong>PREPARAÇÃO E RESPOSTA</strong> — Entre as informações disponíveis está a estrutura da Sala de Situação do El Niño, que articula áreas como incêndios, saúde, estiagem, energia, combustíveis, agricultura, segurança alimentar, assistência social e prevenção e resposta a desastres.</p>
<p>A página também apresenta os órgãos responsáveis pelos dados, monitoramento e alertas, entre eles o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Serviço Geológico do Brasil (SGB) e Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).</p>
<p>Para dar suporte às ações regionais e ampliar a capacidade de resposta, o Governo Federal garantiu reforço orçamentário emergencial de R$ 1,3 bilhão para ações de pronto atendimento. Os recursos abrangem medidas relacionadas à segurança alimentar, prevenção e combate a incêndios, saúde e monitoramento.</p>
<p>A estrutura federal apresentada na página conta ainda com 272 bases operacionais, 6.686 profi ssionais e 49 aeronaves, além de 4.410 brigadistas federais registrados em julho de 2026.</p>
<p><strong>INFORMAÇÃO PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS</strong> — Além de informar sobre a atuação federal, o espaço foi estruturado como ferramenta de apoio a gestores estaduais e municipais.</p>
<p>A página reúne orientações para que municípios organizem suas estruturas de proteção e defesa civil, saúde, infraestrutura, assistência social e meio ambiente; elaborem planos de contingência; mantenham a população informada com base em fontes ofi ciais; e articulem sua atuação com os respectivos estados.</p>
<p>Também estão disponíveis informações sobre como a União pode apoiar estados e municípios antes e depois da ocorrência de desastres, desde monitoramento, alertas e planejamento integrado até mobilização de órgãos federais, assistência humanitária e recursos para restabelecimento de serviços essenciais e recuperação.</p>
<p><strong>IMPACTOS EM CADA REGIÃO</strong> — A plataforma apresenta ainda os principais impactos que devem ser monitorados nas cinco regiões brasileiras. Entre eles estão defi ciência hídrica e impactos à navegabilidade no Norte; riscos para áreas agrícolas no Nordeste; incêndios e impactos à produção agrícola no Centro-Oeste; incêndios e ondas de calor no Sudeste; e enchentes e deslizamentos no Sul.</p>
<p>O conteúdo permite ainda consultar ações estruturantes do Governo Federal desenvolvidas desde 2023, incluindo investimentos em segurança hídrica, prevenção de desastres, abastecimento, assistência social, saúde e combate a incêndios.</p>
<p><strong>ORIENTAÇÕES PARA A POPULAÇÃO</strong> — A página também funciona como fonte de orientação direta para a população. O cidadão encontra informações sobre como agir diante de enxurradas, alagamentos, inundações, deslizamentos, granizo, vendavais, tornados, baixa umidade, incêndios fl orestais e ondas de calor.</p>
<p>O objetivo é reunir em um único endereço informações confi áveis para apoiar tanto a prevenção quanto a resposta a situações de emergência, aproximando da população o conhecimento produzido pelos órgãos técnicos e as ações realizadas pelo Governo Federal.</p>
<p><em><strong>Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República </strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/governo-federal-lanca-pagina-que-reune-informacoes-e-acoes-de-enfrentamento-aos-impactos-do-el-nino/">Governo Federal lança página que reúne informações e ações de enfrentamento aos impactos do El Niño</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova espécie de felino é identificada em florestas da Bolívia</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-bolivia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 20:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A descrição científica de uma nova espécie de felino é a primeira em mais de um século</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-bolivia/">Nova espécie de felino é identificada em florestas da Bolívia</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma nova espécie de felino, batizado de <em>Leopardus tilcayo</em>, foi identificada em florestas montanhosas da Bolívia, em uma região conhecida como Nor Yungas.</strong></p>
<figure id="attachment_69121" aria-describedby="caption-attachment-69121" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-69121" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-Bolivia-1024x512.jpg" alt="Nova espécie de felino é identificada em florestas da Bolívia" width="1024" height="512" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-Bolivia-1024x512.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-Bolivia-300x150.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-Bolivia-768x384.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-Bolivia-1536x768.jpg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/09/Nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-Bolivia.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-69121" class="wp-caption-text">© PUCRS/Divulgação</figcaption></figure>
<div>
<p>A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores liderados pelo professor da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Eduardo Eizirik.</p>
<p><strong>A descrição científica de uma nova espécie de felino é a primeira em mais de um século. </strong>O trabalho, publicado na revista científica <em>Current Biology</em>, foi feito a partir da análise genômica de um animal conhecido pelo apelido de “Tigrino”.</p>
<p>O macho foi encontrado ainda filhote, em 2016, por um morador da região de Nor Yungas, na Bolívia. Posteriormente, foi levado ao refúgio de animais La Senda Verde, onde permaneceu.</p>
<p><strong>Os resultados genômicos publicados no estudo no dia 17 de setembro mostraram que o animal não pertencia à espécie que anteriormente se imaginava (<em>Leopardus tigrinus</em>), mas fazia parte de uma linhagem evolutivamente distinta que, até então, não havia sido reconhecida pela ciência. </strong></p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Este é um estudo que evidencia o quanto ainda há para se descobrir sobre a biodiversidade do planeta. Mesmo entre animais carismáticos e conhecidos como os felinos, espécies podem permanecer desconhecidas durante séculos. Descobrir e entender estas espécies é vital para que também saibamos como protegê-las”, destacou Eizirik.</p></blockquote>
<p>De acordo com a PUCRS, o  artigo <em>Phylogenomics and museomics reveal five distinct species of tiger cats in South America</em> também produziu nova compreensão sobre a diversidade de gatos-do-mato conhecidos em inglês como “tiger cats”.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o grupo, até recentemente considerado uma única espécie, é, na realidade, composto por cinco espécies diferentes.</p>
<p>A conclusão foi possível graças ao sequenciamento e à análise de genomas completos de 38 indivíduos provenientes de diferentes regiões da América do Sul. Entre os materiais analisados estavam oito exemplares históricos mantidos em museus da Europa e dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Eizirik, os gatos-do-mato analisados podem ser classificados como espécies crípticas, conceito utilizado pela ciência para designar animais de aparência muito semelhante, mas que apresentam diferenças genéticas e trajetórias evolutivas independentes.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Essa semelhança visual fez com que diferentes espécies fossem, durante muito tempo, confundidas e classificadas como uma só”, afirma.</p></blockquote>
<p>A pesquisa reuniu cientistas da PUCRS e de instituições parceiras do Brasil, Bolívia, Peru, Bélgica, Colômbia, Estados Unidos e Reino Unido.</p>
<p><!-- Relacionada --></p>
<p><!-- Relacionada --></p>
</div>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-bolivia"> Agência Brasil </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/nova-especie-de-felino-e-identificada-em-florestas-da-bolivia/">Nova espécie de felino é identificada em florestas da Bolívia</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agência climática prevê El Niño 90% mais forte no fim do ano</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/agencia-climatica-preve-el-nino-90-mais-forte-no-fim-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 18:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NOAA monitora as temperaturas na superfície do Oceano Pacífico Equatorial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_61607" aria-describedby="caption-attachment-61607" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-61607" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agencia-climatica-preve-El-Nino-90-mais-forte-no-fim-do-ano-1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agencia-climatica-preve-El-Nino-90-mais-forte-no-fim-do-ano-1.jpg 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agencia-climatica-preve-El-Nino-90-mais-forte-no-fim-do-ano-1-300x200.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agencia-climatica-preve-El-Nino-90-mais-forte-no-fim-do-ano-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-61607" class="wp-caption-text">Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Depois de registrar um fortalecimento do El Niño em julho, a agência climática norte-americana National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) aponta uma chance de 90% para a ocorrência de um evento muito forte entre outubro e dezembro deste ano.</p>
<div>
<p>No boletim de 9 de julho, a <strong>agência calculava em 81% a probabilidade de um El Niño muito forte no terceiro trimestre deste ano</strong>.</p>
<p>De acordo com a NOAA, há 69% de chance de acontecer um evento histórico, com o aquecimento superando episódios registrados desde 1950.</p>
<p>A agência avalia que com a chegada de um fenômeno dessa magnitude, “as chances de vivenciarmos impactos consistentes com o El Niño são maiores, mas não garantidos”.</p>
<p><strong>O próximo boletim será publicado no dia 10 de setembro.</strong></p>
<p>A NOAA monitora as temperaturas na superfície do Oceano Pacífico Equatorial.</p>
<p><!-- Relacionada --></p>
<p><!-- Relacionada --></p>
</div>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/agencia-clim%C3%A1tica-prev%C3%AA-90-de-chance-de-El-Nino-muito-forte"> Agência Brasil </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/agencia-climatica-preve-el-nino-90-mais-forte-no-fim-do-ano/">Agência climática prevê El Niño 90% mais forte no fim do ano</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agosto terá dois eclipses; saiba como assistir aos fenômenos</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômenos astronômicos podem ser vistos a olho nu de diversas partes do mundo</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos/">Agosto terá dois eclipses; saiba como assistir aos fenômenos</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_60562" aria-describedby="caption-attachment-60562" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-60562" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos-1024x512.jpg" alt="Agosto terá dois eclipses; saiba como assistir aos fenômenos" width="1024" height="512" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos-1024x512.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos-300x150.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos-768x384.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos-1536x768.jpg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/08/Agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-60562" class="wp-caption-text">© Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><strong>O mês de agosto traz dois fenômenos astronômicos que podem ser vistos a olho nu de diversas partes do mundo. Um eclipse solar total no hemisfério norte, e um eclipse lunar quase completo para alguns países das Américas, Europa e África, entre eles, o Brasil. </strong></p>
<div>
<p><strong>O eclipse lunar está previsto para a madrugada do dia 28 de agosto, com início às 23h30 (horário de Brasília) do dia 27 e com auge previsto para 1h do dia 28. </strong>Será possível avistar o fenômeno de todos os estados do país, e a previsão é de que até 95% da lua fique avermelhada.</p>
<p>Josina Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional, explica que o plano de órbita da Lua em volta da Terra é inclinado a 5 graus, e o eclipse acontece quando esses dois corpos celestes se alinham diretamente com o Sol.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Na Lua cheia você tem, nessa ordem, o Sol, a Terra e a Lua. E aí, o Sol batendo na Terra forma essa sombra no espaço, e quando a Lua entra nessa sombra, é que acontece o eclipse”, explicou.</p></blockquote>
<p>Já o eclipse solar, previsto para o dia 12, poderá ser observado na sua totalidade por países como Espanha, Portugal, Rússia, Islândia e Groenlândia. E parcialmente em outras áreas do hemisfério norte, e também no norte do continente africano.</p>
<p>“Já aqui você tem Sol, Lua e Terra, e a sombra da Lua vai fazer um caminho pela Terra. Só quem está neste caminho é que vê o eclipse do Sol. Esse caminho é um caminho de 300 quilômetros de largura”, disse.</p>
<h2>Como observar</h2>
<p>Para assistir ao eclipse lunar que vai passar pelo Brasil não é preciso nenhum tipo de óculos ou técnica especial. Basta escolher um lugar aberto, com uma visão limpa para a lua e de preferência com pouca interferência de luz artificial.</p>
<p><strong>Já para o eclipse solar, só é possível fazer a observação com óculos especiais certificados com a norma ISO 12312-2, ou máscaras com vidro de soldador número 14. </strong>Olhar diretamente sem proteção traz riscos sérios à visão e pode causar cegueira.</p>
<h2>Eclipse solar</h2>
<p><strong>O eclipse solar total é resultado de uma coincidência cósmica, já que embora o Sol seja cerca de 400 vezes maior que a Lua, também está 400 vezes mais distante, o que faz com que o Sol e a Lua pareçam ter praticamente o mesmo tamanho.</strong></p>
<p>Um eclipse solar acontece sempre na Lua Nova, bloqueando pelo menos parte da luz e criando a projeção de uma sombra. A pesquisadora do Observatório Nacional conta que, diferentemente do eclipse lunar, que fica visível para todos na metade da Terra onde é noite, o solar tem uma distância mais reduzida.</p>
<p>Fora do ponto que ele abrange, mesmo sendo total, ele se torna um eclipse anular, o que significa que a Lua não cobre o Sol por completo criando um anel de luz em volta.</p>
<h2>Eclipse lunar</h2>
<p>O eclipse lunar só acontece durante a Lua Cheia, e pode vir de três formas diferentes: total, parcial e penumbral. Quando a luz do Sol bate na Terra, cria dois tipos de sombras, a umbra (sombra mais escura) e a penumbra (uma sombra mais branda).</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Quando vai acontecer o eclipse da Lua, às vezes pode ser que ela entre só nessa penumbra. A gente não vê diferença alguma”, conta.</p></blockquote>
<p>No eclipse total, a Lua passa pela penumbra, segue até passar completamente pela umbra, e então retorna para a penumbra.</p>
<p>“Esse eclipse agora do dia 27, ele é um eclipse parcial. A Lua não vai entrar totalmente na umbra, ela quase vai entrar. Vai funcionar como se fosse um eclipse total porque ela vai começar a ficar vermelha, e essa vermelhidão é o reflexo da luz do Sol batendo na atmosfera da Terra”, finalizou.</p>
<p>O Observatório Nacional vai transmitir ambos os eclipses de maneira gratuita através do seu canal no YouTube.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire</em></p>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/agosto-tera-dois-eclipses-saiba-como-assistir-aos-fenomenos"> Agência Brasil</a></i></b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasileiras desenvolvem produto para conter incêndios florestais</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 21:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ilhacarioca.com/?p=52188</guid>

					<description><![CDATA[<p>Elas concorrem a um prêmio internacional com a iniciativa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_52189" aria-describedby="caption-attachment-52189" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-52189" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais-1024x512.jpg" alt="Brasileiras desenvolvem produto para conter incêndios florestais" width="1024" height="512" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais-1024x512.jpg 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais-300x150.jpg 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais-768x384.jpg 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais-1536x768.jpg 1536w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/06/Brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-52189" class="wp-caption-text">Foto: PUCPR/Divulgação</figcaption></figure>
<p><strong>Duas estudantes de biotecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) desenvolveram uma solução inovadora e que não agride o meio ambiente para combater incêndios florestais</strong>. A iniciativa concorre a um prêmio internacional.</p>
<div>
<p>O retardante de chamas, batizado BIODEFENSER®, é produzido a partir de um composto natural que favorece, ao mesmo tempo, a recuperação ambiental. As estudantes venceram as etapas regional e nacional do Hult Prize 2026 e se preparam agora para disputar a etapa internacional, sendo as únicas representantes do Brasil.</p>
<p>O Hult Prize é a maior competição de empreendedorismo estudantil do mundo, conhecida como o &#8220;Prêmio Nobel para Estudantes&#8221;. A competição global é organizada pela Hult International Business School e desafia universitários a criar <em>startups</em> (empresas emergentes com modelos de negócio inovadores) com fins lucrativos, capazes de resolver problemas mundiais urgentes.</p>
<p><strong>A equipe vencedora receberá US$ 1 milhão em investimento <em>seed</em> (semente) para lançar o negócio.</strong></p>
<p>Ao todo, 18 mil equipes se inscreveram no mundo todo. Mariah Fraulo Cavalcante e Taciane Beatriz Ferreira ganharam a etapa regional, na PUC-PR, e seguiram para São Paulo para concorrer a uma vaga na fase nacional.</p>
<p>&#8220;Seriam 90 vagas nessa etapa das nacionais, não só do Brasil, mas do mundo todo. E a gente também ganhou, em primeiro lugar. Viramos o time que representa o Brasil nessa competição. Estamos na peneira das 90 e continuando o projeto”, comemorou Mariah.</p>
<p>Dessas 90 vagas, serão selecionadas 20 equipes para irem a Londres fazer contatos e ter aulas com os professores de lá. O concurso vai selecionar somente oito equipes para concorrer à premiação final. O resultado será conhecido em setembro.</p>
<h2>Sustentabilidade</h2>
<p>O pai de Mariah tem uma empresa de detecção de incêndios florestais e ela, desde pequena, tem contato com essa temática. “Sempre foi algo que incomodou tanto a ele quanto a mim. Eu questionava: a gente sempre monitora, mas o que contém incêndios?”.</p>
<p>Mariah sempre fui muito ligada à sustentabilidade. Quando descobriu que para conter um incêndio florestal são usados produtos químicos, e que esses produtos contaminam o meio ambiente e prejudicam a fauna, flora, ela decidiu fazer algo diferente.</p>
<p>“Eu sempre tive o sonho de fazer algo grande para o meio ambiente. Sempre foi uma meta de vida pessoal fazer algo significativo, de impacto”, disse a jovem universitária à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>No final de 2024, o projeto do BIODEFENSER® foi iniciado durante o Health Innovation PUC-PR (HIPUC), evento da Escola de Medicina e Ciências da Vida da universidade.</p>
<p>A proposta de Mariah venceu o concurso e foi selecionada como projeto de pesquisa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) da PUC-PR, sob orientação do professor Luiz Fernando Bianchini.</p>
<p>“Comecei a pesquisar alguma coisa para fundamentar o projeto, mas não tinha nada na internet, nada em nenhum site”.</p>
<p>A estudante conta que resolveu então “dar uma de cientista maluca”, porque achava que o que estava falando fazia sentido. O professor Bianchini lhe deu um voto de confiança e eles apresentaram um projeto de iniciação científica que foi aprovado. A partir daí, a estudante pôde começar a usar o laboratório da universidade.</p>
<p><strong>Em seguida, ela se inscreveu no Programa Institucional de Bolsas de Empreendedorismo e Pesquisa (PIBEP) da PUCPR, obteve o primeiro lugar e conseguiu o primeiro investimento para colocar a ideia em prática, no valor de R$ 10 mil. </strong></p>
<p>O recurso foi utilizado na aquisição de material e equipamento para fazer os primeiros produtos.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Nessa época, eu estava sozinha. A Taciane entrou em 2025 no projeto. Ela é minha melhor amiga desde o começo da faculdade, é superinteligente e excepcional no que faz. Ela também queria fazer algo que gerasse um bem coletivo”.</p></blockquote>
<h2>Produto</h2>
<p>Mariah explicou que um incêndio florestal se alastra em questão de segundos e que há diversos meios pra conter esse tipo de chama. No caso do incêndio na Califórnia, nos Estados Unidos, por exemplo, foi feita pulverização de um pó tóxico para evitar que o fogo se alastrasse.</p>
<p>“Mas ele acabou se alastrando. Pensando nisso, a gente está acabando o desenvolvimento de uma formulação biológica que não afeta o meio-ambiente e consegue também conter o fogo”.</p>
<p>Nos testes feitos até o momento, o produto desenvolvido pelas estudantes conseguiu apagar as chamas laboratoriais. Ele ainda não foi testado em escala grande.</p>
<p>“Está no nosso plano para esse próximo mês já conseguir fazer um piloto um pouquinho maior”. No segundo semestre deste ano, elas pretendem levar o produto ao mercado.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>&#8220;Estamos iniciando os procedimentos para solicitar a patente no Brasil e também no mercado internacional. A gente quer tentar atender os dois campos, porque esse é um problema mundial”.</p></blockquote>
<h2>Emissões</h2>
<p>Em 2024, incêndios florestais foram responsáveis pela emissão de 8,6 bilhões de toneladas de gás carbônico (CO²). O dado é do relatório oficial <em>State of Wildfires</em>, monitorado pelo Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus (CAMS).</p>
<p>O prejuízo financeiro superou os US$ 250 bilhões. “Então, é um problema mundial muito grande. E como a gente tem uma solução que não prejudica o meio-ambiente e está se mostrando eficaz, a gente quer que o maior número de pessoas possível se junte a nós e ajude a apagar os incêndios”.</p>
<p>Elas pretendem ainda obter a confirmação da eficácia do produto junto à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para ter laudos que comprovem que o produto é ambientalmente seguro.</p>
<p>Mariah celebrou o prêmio de R$ 10 mil, equivalente a US$ 2 mil, que já conseguiram para investimento na universidade. “A gente chegou muito longe com US$ 2 mil. Então, imagina só o que vamos conseguir fazer com US$ 1 milhão”.</p>
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><span style="font-size: 24px; font-weight: bold;">Torcida</span></p>
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</div>
<p>Orientador das alunas, o professor Luiz Fernando Bianchini ressaltou que a ideação do projeto partiu de Mariah, em 2024. Quando a pesquisa foi inscrita no Programa de Iniciação Científica da universidade, Bianchini afirmou ter ficado muito claro “que isso iria se tornar um produto com potencial comercial gigantesco”.</p>
<p>Na avaliação do orientador, os recursos financeiros para desenvolver o produto, instalar a empresa e começar a produção poderão vir do concurso internacional.</p>
<p>“Há um custo significativo e é bom procurar investidores. Por isso, esses concursos que oferecem dinheiro como premiação para <em>startups</em> é algo fantástico. A minha torcida é que elas consigam ganhar o Hult Prize. Mas vejo que o esforço e a pesquisa delas já atingiu um grande êxito, porque estamos fazendo a solicitação de patente desse produto. E assim que a patente estiver depositada, nós já pretendemos buscar parcerias para a produção”.</p>
<h2>Parcerias</h2>
<p>Segundo o professor, falta somente fazer a finalização dos testes de formulação e confirmar a eficácia do produto.</p>
<p>“Na hora em que a gente tiver os testes de estabilidade de formulação e de eficácia, fica mais fácil buscar investidores da iniciativa privada na sequência”.</p>
<p>A Embrapa Florestas já ofereceu a possibilidade de fazer os testes do produto em campo e, também, para analisar o aspecto residual.</p>
<p>“Porque, como ele é um biopolímero, o resíduo que fica no solo pode servir de fertilizante, de adubo depois, diferente do inorgânico que existe hoje e que é tóxico para plantas e animais”, destacou o professor.</p>
<p>Na Universidade Federal do Paraná, poderá ser usada uma câmara de combustão onde se consegue fazer o teste de eficácia do retardante, para que se possa calcular se de fato ele funciona in loco.</p>
<p>A ideia, primeiro, é concluir todos os testes internamente na PUC-PR para ter certeza absoluta da melhor formulação e da maior eficácia para, depois, fechar as parcerias públicas para expandir as pesquisas.</p>
<p>O produto deverá ser desenvolvido ou fabricado na iniciativa privada, em sociedade com algum laboratório que produza o reagente. No momento, Luiz Fernando Bianchini disse que as estudantes planejam montar uma spin-off, ou seja, uma <em>startup</em> que tem origem dentro da academia.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Elas pretendem levantar recursos para montar uma planta industrial e começar a produção. Por isso, é muito importante obter a patente, para elas poderem ter o direito exclusivo de produção quando já estiverem trabalhando com isso”.</p></blockquote>
<p>O professor esclareceu que ter a patente e montar a empresa é um dos nortes que Mariah e Taciane estão buscando. Admitiu, por outro lado, que elas também podem licenciar o produto, permitindo seu desenvolvimento e fabricação por outra empresa ou laboratório, enquanto elas teriam participação e ficariam como sócias.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p>Entre janeiro e abril de 2026, o Brasil registrou 10.442 focos de incêndio, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O dado reflete uma tendência global alarmante: segundo a World Weather Attribution (WWA), mais de 150 milhões de hectares de vegetação foram queimados em todo o mundo no mesmo período deste ano.</p>
<p>A proposta das estudantes da PUCPR está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), uma vez que a solução encontrada cria uma barreira térmica que reduz a propagação e intensidade das chamas, permitindo o controle rápido e sustentável do incêndio, segundo explica Mariah.</p>
<p>Outra vantagem é que, além de combater o fogo, a tecnologia permanece ativa após a aplicação, aderindo ao solo e à vegetação e criando uma camada bioativa estável que prolonga a proteção da área.</p>
<p>A película natural dificulta o surgimento de novos focos de incêndio e favorece a recuperação ambiental ao enriquecer o solo, sem risco de contaminação.</p>
<p>“O produto não causa danos ao ecossistema e ainda economiza a água que seria utilizada no combate aos incêndios”, complementou Mariah.</p>
<p><!-- Relacionada --></p>
<p><!-- Relacionada --></p>
</div>
<p><b><i>Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-06/brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais"> Agência Brasil </a></i></b></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/brasileiras-desenvolvem-produto-para-conter-incendios-florestais/">Brasileiras desenvolvem produto para conter incêndios florestais</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pesquisador da UFRJ conquista prêmio internacional por estudos sobre Alzheimer</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/pesquisador-da-ufrj-conquista-premio-internacional-por-estudos-sobre-alzheimer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 19:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Fundão]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prêmio destaca o trabalho do pesquisador brasileiro em um dos maiores desafios da medicina atual</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49797" aria-describedby="caption-attachment-49797" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-49797" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Pesquisador-da-UFRJ-e-premiado-internacionalmente-por-estudos-sobre-Doenca-de-Alzheimer-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Pesquisador-da-UFRJ-e-premiado-internacionalmente-por-estudos-sobre-Doenca-de-Alzheimer-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Pesquisador-da-UFRJ-e-premiado-internacionalmente-por-estudos-sobre-Doenca-de-Alzheimer-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Pesquisador-da-UFRJ-e-premiado-internacionalmente-por-estudos-sobre-Doenca-de-Alzheimer-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Pesquisador-da-UFRJ-e-premiado-internacionalmente-por-estudos-sobre-Doenca-de-Alzheimer.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-49797" class="wp-caption-text">Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O pesquisador Mychael Lourenço, da <strong><a href="https://ilhacarioca.com/tag/ufrj">Universidade Federal do Rio de Janeiro</a></strong>, tem se destacado internacionalmente nas pesquisas sobre a Doença de Alzheimer e foi premiado com o ALBA‑Roche Prize for Excellence in Neuroscience Research, reconhecimento concedido a cientistas em meio de carreira com contribuições relevantes para a neurociência. O prêmio destaca o trabalho do pesquisador brasileiro em um dos maiores desafios da medicina atual: compreender melhor os mecanismos da doença e desenvolver novas formas de diagnóstico e tratamento.</p>
<p>Lourenço estuda o Alzheimer desde a graduação em Biologia e hoje lidera o Lourenço Lab, grupo dedicado às pesquisas sobre demências. Seu trabalho busca entender por que o cérebro se torna vulnerável à doença e como ocorre o acúmulo de proteínas como beta-amiloide e tau, associadas à formação de placas cerebrais. Segundo o pesquisador, embora essas placas sejam conhecidas há décadas, ainda existem lacunas científicas para explicar totalmente como elas levam ao desenvolvimento da doença.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>&#8220;Nós temos hoje no mundo em torno de 40 milhões de pessoas com doença de Alzheimer. Dessas, umas 2 milhões devem estar no Brasil, um número que pode ser subestimado por causa de problemas de acesso à saúde e diagnóstico. E nós temos uma população que está envelhecendo cada vez mais, mas a maior parte dos estudos são feitos no Norte global. Nós precisamos de dados para entender a doença no Brasil&#8221;</p></blockquote>
<p>Outro foco importante das pesquisas conduzidas na UFRJ é o diagnóstico precoce do Alzheimer. Lourenço coordena estudos que analisam biomarcadores no sangue para identificar a doença antes do aparecimento dos sintomas, etapa considerada crucial para interromper ou retardar sua progressão. A pesquisa também busca entender melhor o impacto da doença na população brasileira, já que grande parte dos estudos sobre Alzheimer ainda é feita em países do hemisfério norte.</p>
<p>Além de Lourenço, o médico Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, também foi reconhecido internacionalmente. Ele recebeu o prêmio “Next One to Watch”, da Alzheimer’s Association, por pesquisas sobre exames de sangue capazes de detectar biomarcadores da doença. O trabalho dos dois cientistas reforça a relevância da pesquisa brasileira no avanço do diagnóstico e da compreensão do Alzheimer.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/pesquisador-da-ufrj-conquista-premio-internacional-por-estudos-sobre-alzheimer/">Pesquisador da UFRJ conquista prêmio internacional por estudos sobre Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Rio lança painel para população acompanhar plantio de árvores</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tainá de Paula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ferramenta tem como objetivo transformar o cidadão em fiscal e parceiro, garantindo transparência às iniciativas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49794" aria-describedby="caption-attachment-49794" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-49794" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-49794" class="wp-caption-text">Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (SMAC) do Rio de Janeiro lançou nesta quinta-feira (19) um painel digital para atualizar a população sobre o plantio de árvores na cidade.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682643&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682643&amp;o=node" /></p>
<p>Instalado em Copacabana, na zona sul da capital fluminense, o mostrador inclui uma série histórica iniciada em 2023 e somava 386.475 plantios durante o evento de lançamento.</p>
<p>De acordo com a SMAC, a ferramenta tem como objetivo transformar o cidadão em fiscal e parceiro, garantindo transparência às iniciativas de arborização da cidade.</p>
<p>No lançamento do contador, a secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula, informou que outros painéis serão instalados em mais pontos da cidade.</p>
<p>“Essa ferramenta é muito importante, que garante não só a proximidade do cidadão com as novas árvores que estão sendo implantadas na cidade, mas também uma tranquilidade de que há aplicação de uma política ambiental”, disse.</p>
<p>Tainá de Paula acrescentou que as árvores são aliadas em meio à crise climática, que traz altas temperaturas, chuvas intensas e enchentes. <strong>A arborização ajuda a mitigar os efeitos do calor e a conter encostas, evitando deslizamentos por conta das chuvas</strong>.</p>
<p>“É visível para o carioca que algo não está normal [no clima]. Parte da nossa tarefa de compensar os desmatamentos é garantir que o nosso meio ambiente consiga se equilibrar, tanto no índice de chuva quanto nas nossas temperaturas”, disse a secretária.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="font-weight: bold; background-color: transparent; color: #767676;" title="Tomaz Silva/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/N4C-s34gBIW-2i_3tgNuBGooBBM=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/19/toms0464.jpg?itok=FWHy53Tp" alt="Rio de Janeiro (RJ), 19/03/2026 – A secretária de Meio Ambiente e Clima do Rio de Janeiro, Tainá de Paula durante lançamento do Contador de árvores em painel digital publicitário, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" width="754" height="503" /></p>
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<div class="dnd-atom-rendered">A secretária de Meio Ambiente e Clima do Rio de Janeiro, Tainá de Paula durante lançamento do Contador de árvores em painel digital publicitário, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><span style="font-weight: 400;">Em janeiro, o estado do Rio de Janeiro registrou mais de 2 mil atendimentos médicos devido às ondas de calor</span><span style="font-weight: 400;">.</span></h6>
</div>
</div>
<p>O lançamento do painel ocorre dois dias após o Rio de Janeiro ser reconhecido pela Arbor Day Foundation e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como uma das 283 Cidades Árvore do Mundo de 2025. O selo é concedido a municípios que cumprem padrões rigorosos de gestão, legislação e cuidado com o patrimônio arbóreo.</p>
<h3>Metas da cidade</h3>
<p>A meta da cidade do Rio de Janeiro é plantar 200 mil árvores entre 2026 e 2028. Para isso, foi instituído, em dezembro de 2025, programa Planta+RIO, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (SMAC), que tem o objetivo de ampliar a cobertura vegetal de áreas públicas do município com espécies nativas da Mata Atlântica.</p>
<p><strong>A ideia é priorizar áreas com menor cobertura e mais afetadas pela crise climática, como as zonas norte e oeste da cidade.</strong></p>
<p>“Ao analisarmos o histórico das temperaturas de superfície dos últimos dez anos, cruzando esses dados com o déficit de árvores, identificamos que as zonas norte e oeste apresentam os maiores índices de calor urbano”, afirmou Tainá de Paula à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="font-weight: bold; background-color: transparent; color: #767676;" title="Tomaz Silva/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/glcCW0NCydWSgzF3dyo_Mh9OyOg=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/19/toms2545.jpg?itok=Cz5xtI2P" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/01/2026 – A Rua Almirante Tamandaré, no Flamengo, na zona sul do Rio é uma via arborizada. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" width="754" height="503" /></p>
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<div class="dnd-atom-rendered">A Rua Almirante Tamandaré, no Flamengo, na zona sul do Rio é uma via arborizada. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><span style="font-weight: 400;">De acordo com dados levantados pela SMAC, </span><strong>quatro em cada dez moradores do município vivem em ruas sem nenhuma árvore, e cerca de 38% das ruas da cidade também não são arborizadas</strong><span style="font-weight: 400;">. Uma porcentagem maior que a média nacional, e que se agrava em determinadas áreas.</span></h6>
</div>
</div>
<p>Nos bairros da zona norte, considerada o ponto mais crítico da insuficiência arbórea, a diferença de temperatura pode chegar a 11°C em relação à zona sul, classificada como a mais arborizada da cidade, que abriga bairros como Jardim Botânico, Humaitá e Ipanema.</p>
<p>Partes das zonas oeste e sudoeste também estão no radar de atenção do serviço, que vai priorizar áreas como calçadas, praças e parques comunitários.</p>
<p>Com o Planta+RIO, a SMAC, em parceria com a Fundação Parques e Jardins (FPJ), diz que espera reposicionar a arborização urbana como componente central da política ambiental, priorizando áreas socialmente mais vulneráveis.</p>
<h3>Impactos sociais</h3>
<p>De acordo com o doutor em Ciências Atmosféricas e coordenador do Comitê de Mudanças Climáticas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Andrews Lucena, a cobertura vegetal se tornou uma moeda de troca no mercado imobiliário ─ áreas mais arborizadas valem mais ─ e isso agrava a segregação de espaços urbanos.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Neste contexto, pobres e pretos estão confinados nos espaços mais injustos, seja pela ausência de moradia digna, infraestrutura, serviços, como também pela ausência de um clima relativamente mais favorável, com baixo estresse ao calor, por exemplo”, diz.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="font-weight: bold; background-color: transparent; color: #767676;" title="Tomaz Silva/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/v2BdmQljfovtz9DazYbNcLDLgK0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/19/toms2613.jpg?itok=iBVhKKBN" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/01/2026 – A avenida Intendente Magalhães, em Madureira, na zona norte do Rio, via com grande trecho sem árvores grandes. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" width="754" height="503" /></p>
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<div class="dnd-atom-rendered">A avenida Intendente Magalhães, em Madureira, na zona norte do Rio, via com grande trecho sem árvores grandes. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</div>
</div>
<p>Nascido no bairro de Guadalupe, na zona norte da cidade, Guilherme Campos tem 27 anos e, há cinco, se mudou para Botafogo. Ele conta que a percepção das temperaturas é completamente diferente.</p>
<p>“Nenhum bairro da cidade está preparado para todo esse calor. É claro que uns estão mais à frente que outros, mas algo precisa ser feito, porque, ano após ano, o calor está aumentando e não vemos a cidade melhorar na mesma velocidade”, ele diz.</p>
<p>Para ele, além do plantio de mudas e planejamento de longo prazo, são necessárias também medidas mais imediatas e outras obras de infraestrutura.</p>
<p>“Árvores são patrimônios, e a solução deveria ser o cabeamento dos fios de forma subterrânea, como já é feito na maior parte da zona sul. Com esse tipo de melhoria, preservamos melhor nossas árvores, o que ajuda muito na temperatura dos bairros e da cidade, além de evitar ainda mais a falta de energia em períodos de chuvas intensas e quedas de árvores”, completa.</p>
<p>Para a estudante Ester Benitz, de 22 anos, a sensação é de que o poder público não se importa com aqueles que vêm da zona norte. Moradora de Irajá, um dos bairros mais quentes da cidade, ela também frequenta a Urca, onde cursa Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>“Eu tenho até medo, porque Irajá tem ficado cada vez mais quente, e levantado cada vez mais prédios com o passar do tempo. Eu moro numa rua onde as duas árvores foram plantadas pelos moradores, então, realmente é um reflexo do abandono público”, aponta.</p>
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Tomaz Silva/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/fKsnwyidDoNoHERoG_vYfwAuJTU=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/19/toms2621.jpg?itok=CaOQVOqE" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/01/2026 – A Rua da Pedreira, em Cascadura, na zona norte do Rio, via não arborizada. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" width="754" height="503" /><figcaption class="wp-caption-text"> A Rua da Pedreira, em Cascadura, na zona norte do Rio, via não arborizada. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<h3 class="meta"><span style="font-size: 24px;">Participação social</span></h3>
</div>
</div>
<p><strong>Para estimular a participação da sociedade, o programa Planta+RIO também permite que os próprios moradores entrem em contato com a SMAC para solicitar o plantio de mudas em seus bairros e ruas.</strong> As solicitações podem ser feitas através da Central 1746: WhatsApp 1746 (21 3460-1746), site 1746 (www.1746.rio) e telefone 1746, ou pelo aplicativo do 1746.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, o número de solicitações é de cerca de 1 mil por ano. Com a estruturação do serviço, o objetivo é ampliar as solicitações dos moradores para 4 ou 5 mil.</p>
<p>Para a Secretária, o objetivo é tratar arborização como política de saúde pública e justiça climática.</p>
<p>“O Planta+Rio é o coração dessa mudança ao introduzir também uma dimensão de educação ambiental já que quando o morador solicita o plantio via 1746, ele assume um pacto de cuidado com a árvore, garantindo a sua sobrevivência e o sentimento de pertencimento local”, completou.</p>
<p><strong>Desde a inauguração do programa, cinco bairros lideram o ranking de solicitações:</strong></p>
<ul>
<li>Tijuca: 140</li>
<li>Campo Grande: 126</li>
<li>Botafogo: 82</li>
<li>Copacabana: 79</li>
<li>Méier: 68</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-03/rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores">Agência Brasil</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/rio-lanca-painel-para-populacao-acompanhar-plantio-de-arvores/">Rio lança painel para população acompanhar plantio de árvores</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Carioca vence concurso internacional de biologia quântica</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/carioca-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 12:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prêmio é promovido pela Foundational Questions Institute</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49582" aria-describedby="caption-attachment-49582" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-49582" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/03/Brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-49582" class="wp-caption-text">Gabriela Frajtag/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>A carioca Gabriela Frajtag, de 20 anos de idade, foi reconhecida em um dos principais concursos internacionais dedicados à biologia quântica. Ela recebeu menção honrosa no prêmio promovido pelo Foundational Questions Institute (FQxI), em parceria com o Paradox Science Institute e a instituição filantrópica brasileira Idor Ciência Pioneira, que distribuiu um total de US$ 53 mil (cerca de R$ 300 mil) aos melhores ensaios. <strong>Gabriela foi contemplada com US$ 3 mil após responder à pergunta proposta pela competição: “A vida é quântica?”.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680251&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680251&amp;o=node" /></p>
<p>A trajetória que a levou ao reconhecimento internacional começou muito antes do anúncio do prêmio. Desde a infância, Gabriela já participou de olimpíadas científicas que iam além do currículo escolar.</p>
<p><strong>“Eu era o tipo de estudante que participava de olimpíadas científicas, dessas competições que vão além do que é ensinado na escola. Fiz de tudo: matemática, astronomia, linguística, neurociência, biologia”, disse.</strong></p>
<p>O interesse por transitar entre diferentes áreas do conhecimento a levou a ingressar na Ilum Escola de Ciência, em Campinas, São Paulo, vinculada ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem). No campus está instalado o Sirius, um dos mais modernos aceleradores de elétrons do mundo.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“A Ilum é interdisciplinar, então eu podia estudar biologia, física, matemática e ciência de dados ao mesmo tempo. Estar dentro do Cnpem foi decisivo para mim”, explica.</p></blockquote>
<p>O ponto de virada ocorreu em agosto do ano passado, quando Gabriela participou da primeira edição da Escola de Biologia Quântica, realizada em Paraty, Rio de Janeiro. O encontro foi organizado pelo Idor Ciência Pioneira e integrou as celebrações do Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas, proclamado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
<p><strong>Durante uma semana, 40 estudantes e pesquisadores mergulharam em um campo emergente que investiga fenômenos biológicos à luz das leis da física quântica.</strong> “Foi ali que eu mergulhei de verdade nesse campo que trata a biologia também a partir da interseção com a física”, afirma.</p>
<p>Foi a partir dos contatos feitos em Paraty que surgiu a oportunidade internacional. Em um grupo de mensagens criado entre os participantes do curso, alguém compartilhou o edital do concurso promovido pela FQxI e pelo Paradox Science Institute.</p>
<p>Sem ainda ter uma pesquisa consolidada na área, Gabriela optou por escrever um ensaio com perspectiva histórica, resgatando como o campo da biologia quântica se formou ao longo das décadas.</p>
<p>“Sempre li muito sobre história da ciência, biografias, como as descobertas acontecem. Achei interessante fazer uma visão panorâmica”, explica.</p>
<p><strong>Gabriela concluiu a graduação em 2025 e se formou em primeiro lugar na turma.</strong> Pouco depois, veio a notícia de que havia recebido a menção honrosa internacional. <strong>“Foi uma grande surpresa ganhar. Eu realmente não estava esperando”, afirma.</strong></p>
<p>A premiação será dada de forma online, com divulgação nas redes da instituição e transferência do valor em dinheiro. “Eu fiz uma entrevista em inglês para eles publicarem. É uma experiência muito interessante”, disse.</p>
<p><strong>O concurso também representou para Gabriela uma oportunidade de mergulhar mais profundamente em um campo científico que sempre despertou sua curiosidade.</strong></p>
<p>“A biologia quântica é basicamente uma área que investiga como fenômenos da mecânica quântica, ou seja, como efeitos eletrônicos e energéticos em escala microscópica podem influenciar processos biológicos, por exemplo na fotossíntese ou na navegação de alguns animais”, explica.</p>
<p><strong>Embora não atue diretamente na área, o interesse surgiu ainda durante a formação científica.</strong> “Eu não trabalho diretamente com a área, mas sempre fui muito interessada em história da ciência e em contar histórias”.</p>
<p>Para tornar o tema mais acessível, Gabriela cita um dos exemplos mais conhecidos estudados pelos pesquisadores: a navegação das aves migratórias.</p>
<blockquote class="quote-light"><p>“Um exemplo clássico é a navegação de aves migratórias. A ideia mais estudada envolve uma proteína chamada criptocromo, presente nos olhos dessas aves. Quando a luz atinge essa proteína, ela forma um par de elétrons cujos estados ficam correlacionados por um fenômeno quântico chamado entrelaçamento”, explica.</p></blockquote>
<p>“O campo magnético da Terra pode influenciar a dinâmica desses elétrons, o que pode alterar reações dentro da proteína. Aí o que se teoriza é que provavelmente essas reações diferentes podem resultar em sinais visuais ou bioquímicos que ajudam a ave a perceber a direção do campo magnético, funciona como uma espécie de bússola interna”.</p>
<p>Segundo a jovem cientista, é justamente essa interface entre física e biologia que torna o campo tão instigante, uma área emergente que busca compreender como efeitos quânticos podem ter papel determinante em mecanismos fundamentais da vida.</p>
<p><strong>Gabriela planeja seguir carreira acadêmica.</strong> “Quero fazer mestrado, depois doutorado fora do Brasil e, eventualmente, virar professora e ter meu próprio laboratório”, disse.</p>
<p>O reconhecimento, de acordo com Gabriela, mostra que jovens cientistas brasileiros podem participar de debates científicos globais desde o início da carreira. “É um campo muito novo, com muito espaço para crescer. Participar disso tão cedo é uma responsabilidade e também uma motivação para continuar&#8221;.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/brasileira-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica">Agência Brasil</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/carioca-vence-concurso-internacional-de-biologia-quantica/">Carioca vence concurso internacional de biologia quântica</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8216;Samba Water&#8217; dobra doação de água potável em ação no Carnaval 2026</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/carnaval-2026-mamba-water-troca-m-pelo-s-vira-samba-water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Geísa Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 14:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Liesa]]></category>
		<category><![CDATA[Mamba Water]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marca brasileira prevê doar 3 milhões de litros de água potável para comunidade carioca e evitar 30 toneladas de plástico</p>
<p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/carnaval-2026-mamba-water-troca-m-pelo-s-vira-samba-water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-rio-de-janeiro/">‘Samba Water’ dobra doação de água potável em ação no Carnaval 2026</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-48870" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-2026-Mamba-Water-troca-M-pelo-S-vira-Samba-Water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-Rio-de-Janeiro.webp" alt="" width="800" height="800" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-2026-Mamba-Water-troca-M-pelo-S-vira-Samba-Water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-Rio-de-Janeiro.webp 800w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-2026-Mamba-Water-troca-M-pelo-S-vira-Samba-Water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-Rio-de-Janeiro-300x300.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-2026-Mamba-Water-troca-M-pelo-S-vira-Samba-Water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-Rio-de-Janeiro-150x150.webp 150w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-2026-Mamba-Water-troca-M-pelo-S-vira-Samba-Water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-Rio-de-Janeiro-768x768.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />A Mamba Water, a primeira marca de água que nasceu 100% em lata de alumínio, retorna à Avenida Marquês de Sapucaí pelo segundo ano consecutivo como água oficial dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro. Unindo sustentabilidade, inovação e impacto social, a marca lança a edição limitada Samba Water, criada especialmente para celebrar o <strong><a href="https://ilhacarioca.com/folia">Carnaval</a></strong> e prevê, como resultado deste projeto, dobrar a doação de água potável para a comunidade do Rio de Janeiro após o evento, reforçando seu compromisso social.</p>
<p>Em parceria com a LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), a marca será a água oficial do Sambódromo da Sapucaí, com presença nas arquibancadas, frisas e nos camarotes Rio, Nosso Camarote, Camarote Aura e Camarote Portela. Para os festejos, será lançada uma edição limitada da embalagem, criada especialmente para o Carnaval, com uma arte inspirada nas cores das escolas do Grupo Especial. Essa edição especial, batizada de Samba Water, estará disponível tanto no Sambódromo quanto para os consumidores durante todo o mês de fevereiro no Rio de Janeiro.</p>
<p>Cada lata vendida irá se converter em 2 litros de água doados, dobrando a ação inaugurada em 2025, parte do Mamba Water Project. Ao final dos festejos, a marca prevê doar 3 milhões de litros de água potável para uma comunidade no Rio de Janeiro, seguindo o compromisso do projeto de levar acesso à água para comunidades vulneráveis. O território beneficiado será definido e anunciado após o mapeamento e estudo de possíveis regiões.</p>
<p>&#8220;Em uma iniciativa inédita, a Mamba Water assume a identidade de Samba Water durante o Carnaval. Este gesto cultural simboliza nossa integração legítima ao samba e à maior celebração brasileira, destacando o caráter inovador e criativo da marca. Com humor, a mudança de nome fortalece nossa ação, tornando-a mais próxima e conectada ao país, enquanto mantém a continuidade da causa da marca como pilar fundamental. É a união estratégica entre o impacto socioambiental e a celebração da nossa identidade nacional&#8221;, comenta Felipe Della Negra, CEO da Better Drinks.</p>
<h3>Mamba Water Project</h3>
<p>A iniciativa no Carnaval do Rio faz parte do já existente Mamba Water Project, no qual 1 litro de água é doado a cada lata vendida, volume que é dobrado durante o período das festividades. O projeto tem como objetivo levar água potável para pessoas e regiões em situação de vulnerabilidade, por meio de parcerias que fornecem tecnologias capazes de tratar a água e viabilizar o acesso à água potável, por meio da implantação de estações de tratamento.</p>
<p>A primeira entrega do Mamba Water Project foi realizada em parceria com o SISAR (Sistema Integrado de Saneamento Rural), viabilizando a construção de uma estação de tratamento de água em Acopiara, no Ceará, beneficiando mais de 600 famílias da região.</p>
<p>Em 2025, a ação de Carnaval, então inédita, possibilitou a doação de 1,2 milhão de litros de água potável para a comunidade do Morro da Mina, em Nilópolis. Nessa edição, a parceria foi com a Sustainable Development &amp; Water For All (SDW), que instalou um bebedouro com tecnologia de tratamento de água em uma escola de futebol local. Após testes, foi identificado que a água disponível não era própria para consumo, e a tecnologia permitiu torná-la potável e segura. A ação contou ainda com o apoio da CUFA e da Liesa, sendo o território indicado pela escola campeã do Carnaval, a Beija-Flor.</p>
<p>Em 2026, o Mamba Water Project segue em fase de captação de novas tecnologias e parcerias para ampliar o impacto das próximas ações.</p>
<h3>Sobre a Mamba Water</h3>
<p>Fundada em 2022, a Mamba Water tem como sócios Pedro Scooby e Letícia Bufoni e é a primeira marca de água brasileira a nascer 100% em latas de alumínio. Detentora do Selo B, reconhecimento internacional concedido a empresas com alto impacto social e ambiental, comprometidas com transparência e responsabilidade, a marca reforça seu propósito de ser parte da solução e viabilizar o acesso à água potável. Nesse contexto, a cada lata vendida, um litro de água é doado para comunidades que mais precisam, ampliando o impacto social da iniciativa.</p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/carnaval-2026-mamba-water-troca-m-pelo-s-vira-samba-water-e-dobra-doacao-de-agua-potavel-em-acao-no-rio-de-janeiro/">‘Samba Water’ dobra doação de água potável em ação no Carnaval 2026</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Chuva de meteoros Líridas terá ápice na madrugada desta terça-feira</title>
		<link>https://ilhacarioca.com/chuva-de-meteoros-liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Agencia Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 13:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno vem sendo observado desde o dia 14 em várias regiões do país</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46345" aria-describedby="caption-attachment-46345" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-46345" src="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Chuva-de-meteoros-Liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Chuva-de-meteoros-Liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira-1024x613.webp 1024w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Chuva-de-meteoros-Liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira-300x179.webp 300w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Chuva-de-meteoros-Liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira-768x459.webp 768w, https://ilhacarioca.com/wp-content/uploads/2025/04/Chuva-de-meteoros-Liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-46345" class="wp-caption-text">Nasa/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A madrugada desta terça-feira (22) promete um espetáculo celeste para os brasileiros: é o ápice da chuva de meteoros Líridas, que vem sendo observada desde o dia 14 em várias regiões do país. O fenômeno, visível a olho nu em áreas de pouca poluição luminosa, deve alcançar sua maior intensidade por volta das 2h (horário de Brasília).</p>
<p>Segundo o astrônomo Marcelo De Cicco, parceiro do Observatório Nacional e coordenador do projeto Exoss, especializado no monitoramento de meteoros, o ponto de maior atividade ocorre justamente quando o radiante da chuva – área de onde os meteoros parecem surgir – atinge a posição mais elevada no céu.</p>
<p>“As melhores condições de observação acontecem na madrugada do dia 22. Em locais escuros, longe das luzes da cidade e com baixa interferência da lua, será possível ver até 18 meteoros por hora. Basta olhar para o quadrante norte, próximo à estrela Vega”, explicou De Cicco à Agência Brasil.</p>
<p>A chuva Lírida é causada pela passagem da Terra por uma trilha de detritos deixada pelo Cometa Thatcher (C/1861 G1). Quando essas partículas entram na atmosfera terrestre, se aquecem por atrito com o ar e produzem os conhecidos riscos luminosos no céu – popularmente chamados de &#8220;estrelas cadentes&#8221;.</p>
<p>O fenômeno ocorre todos os anos entre os dias 14 e 30 de abril e é um dos mais antigos já registrados pela humanidade. Para quem não possui bússola, o astrônomo recomenda um truque simples: “Estenda o braço direito para onde o Sol nasce (Leste) e o esquerdo para onde ele se põe (Oeste). Assim, você estará voltado para o Norte, direção ideal para acompanhar a chuva.”</p>
<p>Além do espetáculo visual, as chuvas de meteoros têm valor científico. Estudá-las ajuda pesquisadores a mapear a densidade de detritos no espaço e a compreender melhor a origem e a evolução do Sistema Solar. As informações também são úteis para proteger satélites e sondas espaciais em órbita.</p>
<p><em>*Com informações de Pedro Peduzzi</em></p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/chuva-de-meteoros-liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira">agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/chuva-de-meteoros-liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira</a></strong></em></p><p>The post <a href="https://ilhacarioca.com/chuva-de-meteoros-liridas-tera-apice-na-madrugada-desta-terca-feira/">Chuva de meteoros Líridas terá ápice na madrugada desta terça-feira</a> first appeared on <a href="https://ilhacarioca.com">Ilha Carioca</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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